O único funcionário do matadouro de bovinos de Niquelândia, Ildefonso Ribeiro Botelho Filho de 35 anos conhecido com Júnior, foi assassinado com quatro tiros disparados por dois homens por volta das 13 horas do domingo (10) no Assentamento Engenho Bom Sucesso, zona rural de Niquelândia, na região da estrada do aeroporto do município.
Um terceiro homem, que também está foragido, colaborou com o crime, entrando em luta corporal com a vítima. Suspeita-se que o homicídio teria sido motivado pelo pagamento de uma dívida. Conforme as ocorrências distintas registradas pelas polícias Civil e Militar sobre o fato, o crime ocorreu em um bar que pertencia anteriormente ao homem morto.

A PM foi até esse local, onde apurou que Ildefonso estava no estabelecimento com sua mãe e dois filhos, de 12 e 14 anos; e um sobrinho de 12 anos.
Em dado momento, de acordo com o relato de testemunhas, o homem teria dito que três pessoas que chegaram numa moto no bar não gostavam dele.
Quando Ildefonso chegou, esses três homens saíram e buscaram um revólver. Tão logo voltaram, avançaram contra o rapaz; e desceram da moto atirando.
Um dos indivíduos [de prenome Ezequias, mais conhecido como Zequinha] foi o primeiro a abrir fogo contra Ildefonso, que caiu no chão.
Um outro indivíduo [de prenome João, que seria irmão de Zequinha] entrou em luta corporal contra Ildefonso, que já estava ferido.
No meio da confusão, as testemunhas do crime tentavam tirar o revólver da mão de Zeca. Foi nesse exato momento que um terceiro indivíduo [que já foi identificado pela Polícia Civil como sendo Aldair Naves Lisboa, de 32 anos] e pegou a arma que Zeca empunhava.
Para surpresa de todos [que esperavam ver ali o final da briga entre Idelfonso, Zeca e João] Aldair fez outros disparos no tórax de Idelfonso, que foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e morreu antes de chegar no Hospital Municipal de Niquelândia.
“Ele (Ildefonso) era uma vítima pré-determinada e, por isso, trata-se de uma situação atípica e não corriqueira em relação aos demais homicídios que já ocorreram em Niquelândia. A informação a princípio, ainda em caráter preliminar, é de que um dos executores tinha uma dívida com a vítima, em circunstâncias que ainda vão ser melhor apuradas com a instauração do inquérito policial até mesmo porque existem testemunhas”, comentou o delegado Cássio Arantes do Nascimento, titular do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) da Polícia Civil do município.
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