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Opinião

Hoje o futebol venceu!!!

Minhas primeiras lembranças de Copa do Mundo são de 1986, quando fiquei doente após o pênalti que deu zica e o título que reverenciou o fútbol e os seus grandes. Maradona, ao lado de Pelé e Messi, são os maiores de todos os tempos!

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Teria vencido, também, caso a França fosse a campeã.

Duas grandes equipes buscando o gol e a vitória, sem se preocupar com dancinhas, com a cor dos cabelos e outras platitudes que afastam a vitória e a consagração.

Minhas primeiras lembranças de Copa do Mundo são de 1986, quando fiquei doente após o pênalti que deu zica e o título que reverenciou o fútbol e os seus grandes. Maradona, ao lado de Pelé e Messi, são os maiores de todos os tempos!

A Copa do Qatar trouxe inúmeras reflexões: sim, os árabes amam o fútbol e odeiam a segregação: as mulheres iranianas, marroquinas, dentre outras muçulmanas, são lindas, principalmente com o rosto descoberto. São lindas, amam torcer e querem usufruir os direitos que todas as cidadãs deveriam ter.

Muito bom poder admirá-las e respeitá-las sem nada encobrir o rosto. Melhor ainda é ter a oportunidade de vê-las torcendo nos estádios qataris.

A Copa também demonstrou que quanto maior é a riqueza, menor é a consideração pelo próximo.

Envergonha-me a pequenez de ex-atletas da CBF que não compareceram à homenagem da FIFA ao Pelé.

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Envergonha-me ex-atletas da CBF, vestidos de terno e empáfia, estarem tanto ao lado do que é podre no futebol mundial quanto longe dos torcedores brasileiros.

Viva, em tempo e com justiça, a torcida Argentina que adentrou no coração de quem estava em Doha e comprovou o que uma “_simples_” bola significa para uma Nação.

Ainda sob o ponto de vista político-internacional, muito bom observar muitas bandeiras palestinas nos estádios, que tremularam na simples busca do respeito e do justo reconhecimento de seu Estado.

Hoje eu já chorei muito. Penso, inclusive, que acordei chorando. Reconheço que achei que o jogo seria mais fácil.

Não tenho filhos – falo de um sonho -, todavia, gostaria que quando eles chegassem, o Mundo fosse mais plural, diverso, sem rancores, justo… Enfim, que possamos respeitar o próximo, especialmente o diferente ao egoísta olhar …Que pudesse respeitar Todos.

Não é a cor de minha pele. Não é minha nacionalidade. Não é minha religião (Viva Alá, Oxossi, Jeová e, também, Deus – como eu o conheci), que poderá me dissociar de outro ser humano. Apenas e tão somente as minhas atitudes. Obrigado Deus, por tudo. Obrigado deuses do futebol, o dia de hoje está no panteão deste esporte. Para todo o sempre.

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PS: Que a renovação de meu visto para os EUA não seja indeferida por eu defender os direitos daqueles que pensam diferente, mas também sentem o pulsar do coração.

O melhor do jogo? Messi!

Poderia, também, ser o De Paul, Emiliano Martinez ou mesmo o Mbappe (o líder daquele que poderá ser o maior time de todos os tempos).

Fernando Ortega é jornalista, advogado e torcedor do futebol.

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