Na última terça-feira (13), a cabeleireira Juliane Mores Amorim, de 30 anos, morreu afogada após salvas a vida do filho, de 8 anos, e de um colega dele, também de 8 anos. O acidente aconteceu na praia da Rapadura, em Barra do Garças, no Mato Grosso.
Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher estava com a família aproveitando as férias na praia de água doce, que é uma das mais perigosas do rio Garças, quando percebeu que o filho estava se afogando.
Desesperada, Juliane entrou na água e conseguiu agarrá-lo. Depois de tirar o filho, o colega dele também começou a se afogar. Assim que ela salvou o amigo do filho, com o auxílio de uma prima, perdeu as forças. Um outro banhista retirou Juliane do rio, mas ela já estava morta.
O Corpo de Bombeiros foi acionado e encaminhou a prima da mulher, desacordada, às pressas ao hospital mais próximo.
Segundo o ex-marido de Juliane, Cleybiomar Gonçalves, vereador em Aragarças (GO), que faz divisa com a cidade, o rio Garças é cheio de armadilhas: “Esse rio é meio melindroso, meio danado, cheio de rebojo”.
Rebojos são redemoinhos que se formam na água e agem como correntezas, sem que os banhistas percebam onde eles estão.





































