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Em Pirenópolis, empresário usa máscara das Cavalhadas para alegrar pessoas em fila de banco

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Um empresário de 74 anos usou o bom humor para animar pessoas que aguardavam na fila à espera de atendimento sobre o auxílio emergencial, em uma agência bancária de Pirenópolis, no Vale do São Patrício.

O homem, usando uma máscara de boi – tradicional na festa das Cavalhadas – José Carlos Ruiz ainda conscientizou sobre a importância do uso de proteção facial para o combate ao Covid-19 (novo coronavírus).

A ideia surgiu na terça-feira (28). De sua pousada, localizada em frente à agência bancária, ele viu pessoas na fila debaixo de sol forte. Algumas também não usavam máscaras de proteção.

“Vi o pessoal desanimado, triste. Pensei: ‘Vou animar a turma’. Lembrei da máscara, coloquei e fui fazer a brincadeira. Acho que numa época dessas tem que despertar nas pessoas um pouco de humor”, disse Ruiz. Ele conversou com algumas pessoas, pediu que elas mantivessem distância uma das outras e falou sobre a importância de usar máscara de proteção. Ele próprio fez questão de salientar que tem os equipamentos e os utilizava sempre que precisa sair de casa.

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Cadeiras e pão de queijo

A máscara tradicional nas Cavalhadas é uma das quinze que o empresário utiliza para decorar usa pousada. Além da brincadeira, José Carlos também fez questão de ajudar quem esperava por atendimento.

“Fiquei com dó. Aí coloquei umas cadeiras na sombra para o pessoal esperar. Também chamei alguns para comer um pão de queijo, beber uma água. Era umas 11h e tinha gente sem tomar café. Uma senhora estava até tremendo de fome. Isso emociona a gente”, revelou.

Fechado por não poder receber hóspedes em virtude de um decreto da administração municipal, ele contabiliza prejuízos e diz que estuda fazer algumas demissões. Porém, reforça sua posição favorável ao distanciamento social e medidas para controlar a pandemia.

“Eu gostaria que as pessoas refletissem e entendessem esse momento. Temos que fazer uma reflexão e mudar nossos horizontes, pensar em seus semelhantes. Não faz sentido as pessoas acumularem fortunas em detrimento de judiar os outros”, enfatiza. Com G1

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