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COVID-19

COVID-19: número de mortes diminui, mas média ainda é superior ao pior momento de 2020

A maior média móvel de óbitos pela doença no Estado ocorreu na semana epidemiológica 12 (de 21 a 27 de março), com 969 mortes

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O número de mortes por Covid-19 recuou 42% na segunda quinzena de abril, em comparação com a primeira. A informação consta do Boletim Epidemiológico 58, da Secretaria de Estado de Saúde, publicado na sexta-feira (14) e que traz dados consolidados até o dia 8 de maio. Apesar da queda, a SES-GO alerta, no documento, que os números permanecem elevados.

O secretário de Estado da Saúde, Ismael Alexandrino, previu que a queda deve ser sustentável até julho, mas que há o risco de repiques e novo aumento caso a vacinação não avance e a população relaxe nas medidas de proteção (uso de máscaras, distanciamento, higiene das mãos e evitar locais não arejados).

De acordo com o Boletim Epidemiológico 58, na primeira quinzena de abril ocorreram 1.555 mortes. Na segunda quinzena, foram 898. Os números se referem à data do óbito e não à do registro. Na semana que compreende o período de 2 de maio a 8 de maio, foram 482 novos óbitos, distribuídos em 107 municípios. A SES-GO alerta que os números podem aumentar por causa da atualização da plataforma Covid-19 por parte dos municípios.

O boletim também registra redução na média móvel de mortes por Covid-19 em Goiás nas últimas semanas. A maior média móvel de óbitos pela doença no Estado ocorreu na semana epidemiológica 12 (de 21 a 27 de março), com 969 mortes. Desde então, a queda tem sido constante. Na semana epidemiológica 16 (de 18 a 24 de abril), foram 515 mortes na média móvel. “Embora tenham ocorrido reduções, as médias de óbitos continuam bastante elevadas, bem superiores àquelas registradas no ano passado”, alerta a SES. Para se ter uma ideia, a pior média móvel de 2020 ocorreu na semana epidemiológica 35 (de 23 a 29 de agosto), com 423 mortes.

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UTIs e mapa de calor

Apesar da diminuição no registro de mortes, a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva tem se mantido estável nas últimas semanas. Na tarde de sábado (15), 78% das vagas intensivas geridas pelo governo do Estado estavam ocupadas. Havia, ao meio dia, 432 internadas e 119 vagas disponíveis. Na rede regulada pela Prefeitura de Goiânia, a ocupação era de 66%, com 170 pacientes e 86 vagas disponíveis. Esses patamares são semelhantes aos da primeira semana de maio.

Outro parâmetro para entender o momento atual da pandemia em Goiás é o mapa de calor, que serve de guia para tomadas de decisão quanto a restrições ou flexibilizações de atividades econômicas e sociais. No último mapa, publicado na sexta-feira (14), sete regiões do Estado estavam em situação de calamidade. Na semana anterior, eram nove.

Porém, a aparente melhora não é heterogênea. Enquanto as regiões Sul (onde estão Itumbiara e Goiatuba), Norte (Formosa e Alto Paraíso) e Nordeste 2 (Alvorada do Norte e Posse) deixaram a situação de calamidade para a crítica, um degrau abaixo, a Região da Estrada de Ferro (Caldas Novas e Catalão) fez o caminho contrário, saindo de crítica para calamidade. A Região Sul 2 (Mineiros e Chapadão do Céu) também piorou: há uma semana, estava em situação de alerta, a mais amena do mapa de calor, e agora está em situação crítica.

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