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Plantão Policial

PF realiza prisão de maestro suspeito de armazenar e distribuir pornografia infantil

Conforme a PF, o professor é suspeito de abuso sexual de menores e posse e compartilhamento de fotos e vídeos de abuso sexual infanto-juvenil.

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Nesta quinta-feira (20), um professor de música e maestro foi preso em flagrante pela Polícia Federal (PF) de Anápolis. Conforme a PF, o maestro é suspeito de abuso sexual de menores e posse e compartilhamento de fotos e vídeos de abuso sexual infanto-juvenil. Na ocasião da operação, também foram recolhidos os equipamentos de informática, celulares e mídias de armazenamento.

Conforme a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (Secti), o maestro é servidor efetivo do estado de Goiás e trabalha na Escola do Futuro em Artes Basileu França desde 2004. Através de nota, a Secti informou que o professor ocupava, na escola, as funções de montagem, sonorização e logística na Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, mas foi afastado.

A Secretaria de Cultura do Município (Secult) divulgou que, desde 2018, o maestro integra a equipe de apoio e logística na função de montador e sonoplasta da Rede Municipal de Núcleos Musicais da Orquestra Sinfônica de Goiânia, como bolsista e sem vínculo com o município. A pasta informou que a exoneração dele foi solicitada na manhã desta quinta-feira (20) e deve ser publicada no Diário Oficial do Município ainda hoje.

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O professor também trabalhava há três anos na Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGELICA) e, de acordo com a instituição, a prisão do maestro foi vista com surpresa pela instituição. Através de nota a instituição ressaltou que ele trabalhava há três anos exclusivamente em eventos, com o coral de colaboradores. Foi informado que ele foi desligado do quadro de colaboradores.

A PF destacou que o crime de adquirir, possuir ou armazenar material que contenha cena de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente passou a ser considerado crime hediondo, ou seja, não cabe fiança. O caso está sendo investigado pela Delegacia da Polícia Federal de Anápolis e corre em segredo de justiça.

O nome do suspeito não foi divulgado, razão pela qual nossa reportagem não localizou a sua defesa.

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