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Plantão Policial

Em Goianésia, PC realiza prisão de técnica de enfermagem, por suspeita de venda de atestados médicos

Segundo a PC, mesmo após ter sido denunciada e ouvida pela polícia em 2024, a suspeita continuou vendendo atestados falsos.

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A Polícia Civil (PC), realizou a prisão de uma técnica de enfermagem de 30 anos, por ser suspeita de falsificar e vender atestados, em Goianésia no Vale do São Patrício. Segundo a delegada Alanna Delfino, a mulher responderá por falsidade documental e ideológica e quem comprou os atestados poderá ser responsabilizado por uso de documento falso. A PC segue investigando para apurar se há outros envolvidos nos crimes.

A mulher foi presa na quarta-feira (19) e de acordo com a delegada, foram localizados na casa da mulher vários atestados. “Conseguimos localizar vários e vários atestados médicos, tanto de clínicas particulares quanto do sistema único de saúde, atestados médicos em branco para serem preenchidos, atestados médicos já preenchidos em nome de terceiros. Apreendemos também um receituário azul que é de controle especial e medicamento de uso controlado”, afirmou Alanna.

A suspeita poderá responder por falsidade documental e ideológica e os compradores poderão ser responsabilizados por uso de documento falso, com penas que ultrapassam cinco anos de prisão, conforme a PC.

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De acordo com a PC, até agora foram identificados seis “compradores”, no entanto há indícios que pode ser um número bem maior devido à estrutura de falsificação que havia em casa, dezenas de atestados em branco e dezenas já preenchidos”, informou delegada.

A suspeita passou a ser investigada no final de 2024, após denúncias de empresários sobre atestados suspeitos apresentados por funcionários nas empresas. Ao menos dois médicos da cidade foram vítimas de ter nome e registros usados na falsificação dos atestados. A suspeita trabalhou com os dois durante um curto período.

Conforme a PC, apesar da mulher ter sido ouvida em dezembro do 2025, período que foi denunciada, ela continuou com as atividades criminosas. Assim, ela causou prejuízo a empresas e ao sistema de saúde. Segundo a delegada, a mulher agiu durante um longo período com as práticas de falsificação.

Ainda conforme a PC, as investigações continuarão para identificar outros envolvidos. Além disso, a PC reforça que a compra e o uso de documentos falsificados são crimes. Tendo em vista a ausência de divulgação do nome da suspeita, a nossa reportagem não localizou a sua defesa.

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