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Operação Placebo

PC desencadeia operação que mira fraudes em farmácia

O proprietário foi preso em flagrante por falsificação de documentos, exercício ilegal da profissão e crimes contra a saúde pública.
PC desencadeia operação que mira fraudes em farmácia. Foto: PC

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A Polícia Civil (PC) através do Grupo Especial de Investigações Criminais (GEIC) e com apoio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Luziânia – 5ª DRP, em ação conjunta com a Vigilância Sanitária Municipal (VISA), deflagrou nesta terça-feira (1º) a Operação Placebo. A ação visou investigar crimes relacionados à saúde pública, falsificação de documentos e outras infrações sanitárias e criminais em uma farmácia de Luziânia.

A operação foi desencadeada após denúncias da VISA no mês passado, que relataram graves irregularidades, como funcionamento sem alvará sanitário, uso de carimbos médicos falsificados, falsificação de receituários e comercialização ilegal de medicamentos controlados. Na ocasião, foi constatado que o estabelecimento realizava atividades de saúde sem qualificação e registro, incluindo aplicação irregular de anabolizantes em condições inadequadas.

Quando da fiscalização, uma funcionária identificou o proprietário, que compareceu ao local pouco depois, a pedido das autoridades. A inspeção revelou uma série de infrações, como o funcionamento ilegal da farmácia sem alvará sanitário, carimbos médicos falsificados – alguns em nome de profissionais inexistentes e outros em nome do próprio proprietário, que se apresentava como farmacêutico e médico sem comprovação documental -, além de receituários médicos em branco, incluindo para medicamentos controlados como psicotrópicos e anabolizantes.

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A PC encontrou ainda anabolizantes em frascos abertos, sugerindo administração indevida em clientes, e uma nota fiscal de compra de medicamento controlado adquirida sem alvará sanitário vigente.

Em decorrência da gravidade das infrações, o proprietário que não teve a identidade divulgada, foi preso em flagrante pelos crimes de exercício ilegal da profissão, uso de documentos falsos, comercialização irregular de medicamentos e crimes contra a saúde pública. A farmácia foi imediatamente interditada e todos os medicamentos irregulares foram apreendidos.

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