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Plantão Policial

Funcionário do IML é preso suspeito de usar celular de morto para fazer Pix de R$ 7.000

O suspeito foi identificado como Daniel Nathan Ribeiro Andrade, 36 anos. A prisão preventiva ocorreu na segunda-feira (8). A SSP informou que também tomará as medidas administrativas e disciplinares cabíveis contra o servidor.
Funcionário do IML é preso suspeito de usar celular de morto para fazer Pix de R$ 7.000. Foto: Divulgação

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Um funcionário do necrotério do Instituto Médico Legal (IML) de Santos foi preso preventivamente acusado de usar o celular de um homem que havia morrido para acessar o aplicativo bancário da vítima e transferir R$ 7.000 para sua própria conta, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP).

O suspeito foi identificado como Daniel Nathan Ribeiro Andrade, 36 anos. A prisão preventiva ocorreu na segunda-feira (8). A SSP informou que também tomará as medidas administrativas e disciplinares cabíveis contra o servidor.

De acordo com a investigação, o homem que teve o celular usado morreu em um acidente de motocicleta na madrugada de 15 de maio, na avenida Mário Covas Júnior, em Santos. O corpo foi levado ao IML por volta de 3h30. O comprovante da transação indica que o Pix foi realizado às 6h49 do mesmo dia.

A descoberta do caso ocorreu quando a esposa da vítima foi até a agência bancária para encerrar a conta do marido e encontrou saldo negativo. Ao verificar o extrato, ela constatou a transferência e registrou boletim de ocorrência no 3º Distrito Policial de Santos, que encaminhou o caso à Corregedoria da Polícia Civil.

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A SSP detalhou que, após efetuar a transferência, o servidor teria danificado o aparelho celular da vítima. A destruição do aparelho é investigada como possível tentativa de eliminar provas. Andrade é investigado por peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de vestígios probatórios.

A reportagem tentou localizar a defesa de Andrade, sem sucesso até a publicação desta matéria. A Polícia Civil conduz as investigações e poderá informar novos passos, como indiciamento ou pedidos à Justiça para abertura de ação penal.

A família da vítima e autoridades do IML ainda não se manifestaram oficialmente sobre o caso além das informações prestadas pela SSP. O portal segue acompanhando o desenrolar das apurações e atualizará a reportagem assim que obtiver respostas da polícia, do IML ou da defesa do acusado.

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