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operação Fake Monster

Fanáticos queriam “purificar” show de Lady Gaga com bombas e morte de criança ao vivo

O plano era realizar um ataque com explosivos durante o show. As motivações incluíam terrorismo e supostos rituais satânicos. O público LGBTQIA+ e crianças/adolescentes foram alvo de discurso de ódio
Fanáticos queriam “purificar” show de Lady Gaga com bombas e morte de criança ao vivo. Foto: Reprodução

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro frustrou um plano de ataque com explosivos durante o show da cantora Lady Gaga em Copacabana, que atraiu mais de 2 milhões de pessoas. A investigação revelou uma rede digital de ódio direcionada a crianças, adolescentes e ao público LGBTQIA+.

O plano era realizar um ataque com explosivos durante o show. As motivações incluíam terrorismo e supostos rituais satânicos. O público LGBTQIA+ e crianças/adolescentes foram alvo de discurso de ódio.

A Polícia Civil desbaratou o plano antes que fosse executado. A investigação revelou uma rede digital de ódio com discursos radicais e delírios religiosos. A investigação sobre o plano de ataque começou após o monitoramento de grupos online que compartilhavam planos violentos disfarçados de “desafios” e “provas”. O líder do grupo, identificado como um homem com histórico de publicações extremistas, prometia realizar um “sacrifício ritual” em resposta à suposta “influência satânica” da artista.

A operação contou com a colaboração do Ministério da Justiça e unidades especializadas em crimes cibernéticos, proteção à infância e juventude, e antiterrorismo.

Foram expedidos mandados de busca e apreensão contra nove indivíduos. Entre os alvos da operação estavam indivíduos suspeitos de armazenar pornografia infantil e porte ilegal de arma. A operação demonstrou a importância da colaboração entre as autoridades para prevenir crimes e proteger a sociedade.

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⁠O grupo utilizava plataformas digitais para atrair jovens e promover a radicalização com conteúdos violentos, incitação ao suicídio e teorias conspiratórias religiosas. A polícia do RJ destacou que o grupo planejava gerar terror simbólico e físico em grande escala.

O grupo planejava usar explosivos caseiros, como coquetéis molotov. As instruções para a fabricação de explosivos eram compartilhadas em chats privados. A motivação do grupo incluía fanatismo, busca por notoriedade e crença distorcida em “missões de purificação”.

A polícia enfatizou a gravidade dos planos e a preocupação com a radicalização de jovens. ⁠O suspeito, que alegava estar em “guerra espiritual” contra Lady Gaga, foi localizado em Macaé e confessou sua intenção de atacar durante o show. Ele responderá por terrorismo e incitação ao crime.

O suspeito será acusado de terrorismo por planejar um ataque durante o show. Ele também será acusado de incitação ao crime por promover a radicalização e violência.

A legislação brasileira pune atos preparatórios, permitindo que o suspeito seja processado mesmo sem a realização do atentado.

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