O varejo alimentar brasileiro fechou agosto de 2025 com crescimento no faturamento, mas queda no volume de vendas. As vendas nominais subiram 4,5% em relação a julho, impulsionadas pelos supermercados, que cresceram 3,7% na receita graças ao aumento do ticket médio e do número de itens por compra. No entanto, o consumo efetivo registrou retração de 7,3% no volume de vendas, especialmente devido à queda nas categorias de bebidas, que sofreram impacto climático e outros fatores.
O cenário revela uma desaceleração no consumo, com o consumidor comprando menos, mas pagando preços mais altos, refletindo uma perda de poder de compra. O acumulado do ano mostra queda de 1,3% nas vendas em unidades, enquanto o faturamento apresenta alta de 6,1%, indicada como resultado do repasse de preços acima da inflação oficial.
Regionalmente, os supermercados mostraram maior resiliência em comparação aos atacarejos, que tiveram desempenho pior no volume e na receita. Este quadro demonstra um varejo que ainda mantém o crescimento nas receitas, mas enfrenta desafios quanto à redução da demanda real dos consumidores.
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