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Bebês trocados em maternidade de Inhumas são destrocados quatro anos depois

O erro só veio à tona em 2024, após um exame de DNA solicitado por um dos pais gerar suspeitas sobre a paternidade da criança.
Casal Guilherme Isamara ao lado do filho biológico à esquerda. Yasmin e Cláudio ao lado do filho deles à direta. Ambas famílias comemoraram o aniversário de 4 anos dos meninos (Reprodução / Instagram Cláudio Alves)

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Duas famílias de Inhumas, Goiás, vivem um drama após descobrirem que seus bebês, nascidos em outubro de 2021 no Hospital da Mulher de Inhumas, foram trocados na maternidade. O erro só veio à tona em 2024, após um exame de DNA solicitado por um dos pais gerar suspeitas sobre a paternidade da criança. O exame comprovou que os filhos não tinham vínculo biológico com os pais que os criaram nos últimos três anos.

Segundo a investigação da Polícia Civil, o erro ocorreu devido a uma confusão cometida por uma técnica de enfermagem na hora de entregar os recém-nascidos às famílias. Apesar da troca ser grave, a polícia concluiu que o ato não configura crime, pedindo o arquivamento do caso. O advogado de um dos pais discorda, considerando que houve falha nos protocolos de segurança do hospital e que a conduta deve ser apurada nas esferas administrativa, cível e criminal.

As famílias afirmam que não pretendem realizar uma troca definitiva das crianças, pois os filhos já estão adaptados às famílias que os criaram. Uma das mães destacou o vínculo afetivo construído nos anos, citando o tempo que amamentou e cuidou da criança. O hospital mantém silêncio oficial enquanto as investigações prosseguem, e os envolvidos já foram ouvidos pela polícia.

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Este caso expõe uma grave falha nos procedimentos hospitalares e levanta a discussão sobre as consequências emocionais e legais para as famílias afetadas pela troca de bebês, que vieram à tona anos após o nascimento dos meninos, causando um impacto profundo na vida dos envolvidos.

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