Duas famílias de Inhumas, Goiás, vivem um drama após descobrirem que seus bebês, nascidos em outubro de 2021 no Hospital da Mulher de Inhumas, foram trocados na maternidade. O erro só veio à tona em 2024, após um exame de DNA solicitado por um dos pais gerar suspeitas sobre a paternidade da criança. O exame comprovou que os filhos não tinham vínculo biológico com os pais que os criaram nos últimos três anos.
Segundo a investigação da Polícia Civil, o erro ocorreu devido a uma confusão cometida por uma técnica de enfermagem na hora de entregar os recém-nascidos às famílias. Apesar da troca ser grave, a polícia concluiu que o ato não configura crime, pedindo o arquivamento do caso. O advogado de um dos pais discorda, considerando que houve falha nos protocolos de segurança do hospital e que a conduta deve ser apurada nas esferas administrativa, cível e criminal.
As famílias afirmam que não pretendem realizar uma troca definitiva das crianças, pois os filhos já estão adaptados às famílias que os criaram. Uma das mães destacou o vínculo afetivo construído nos anos, citando o tempo que amamentou e cuidou da criança. O hospital mantém silêncio oficial enquanto as investigações prosseguem, e os envolvidos já foram ouvidos pela polícia.
Este caso expõe uma grave falha nos procedimentos hospitalares e levanta a discussão sobre as consequências emocionais e legais para as famílias afetadas pela troca de bebês, que vieram à tona anos após o nascimento dos meninos, causando um impacto profundo na vida dos envolvidos.
Você tem WhatsApp? Entre em um dos canais de comunicação do JORNAL DO VALE para receber, em primeira mão, nossas principais notícias e reportagens, clique aqui
JORNAL DO VALE – Muito mais que um jornal, desde 1975 – www.jornaldovale.com
Siga nosso Instagram – @jornaldovale_ceres
Envie fotos, vídeos, denúncias e reclamações para a redação do JORNAL DO VALE, através do WhatsApp (62) 98504-9192















































