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Política

Prazo eleitoral força ampla troca de 18 ministros no governo Lula

A norma eleitoral exige que ocupantes de cargos públicos deixem as funções até seis meses antes das eleições, se quiserem concorrer.
Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República. Foto: Reprodução

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O fim do prazo de desincompatibilização provocou uma ampla reformulação na equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao todo, 18 ministérios trocaram de comando, com 16 já sob novos titulares.

A norma eleitoral exige que ocupantes de cargos públicos deixem as funções até seis meses antes das eleições, se quiserem concorrer. Por isso, vários ministros saíram para disputar vagas no Senado, governos estaduais e Câmara dos Deputados.

Destaques incluem o vice-presidente Geraldo Alckmin, que deixava o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e Fernando Haddad, ex-Fazenda. Gleisi Hoffmann, Simone Tebet e Marina Silva também abandonaram pastas para novas candidaturas.

A maioria das substituições veio de secretários-executivos internos, priorizando continuidade nos projetos, conforme Lula. Exceção é André de Paula, que migrou da Pesca para a Agricultura, no lugar de Carlos Fávaro.

Áreas estratégicas como Fazenda, Educação, Meio Ambiente e Casa Civil foram afetadas, mostrando o peso do calendário eleitoral no Executivo. O governo agora foca em estabilidade administrativa, enquanto a corrida eleitoral esquenta.

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