Uma nova subvariante da Covid-19, batizada de “Cicada” (BA.3.2), reacende alertas globais entre cientistas. Detectada em pelo menos 23 países, ela se destaca por acumular cerca de 75 mutações na proteína spike, chave para a invasão de células humanas.
Esse elevado número de alterações genéticas levanta preocupações com o “escape imunológico”, permitindo infecções mesmo em vacinados ou já infectados previamente.
Preocupação maior é a transmissibilidade
Embora não seja mais letal, a “Cicada” assusta pela facilidade de circulação. Especialistas alertam que as mutações podem burlar o sistema imunológico, impulsionando novos surtos. No entanto, não há indícios de agravamento em hospitalizações ou óbitos.
Trajetória global e situação no Brasil
Surgida na África do Sul em 2024, a variante ganhou tração no fim de 2025 e início de 2026. Já circula em nações como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, China e Austrália. No Brasil, não há registros oficiais até o momento.
Sintomas familiares e vacinas eficazes
Os sinais clínicos permanecem próximos aos da Ômicron recente: febre, tosse, dor de garganta, coriza, fadiga e dores corporais – geralmente leves.
Autoridades reforçam: vacinas continuam como melhor defesa contra formas graves. Classificada como “em monitoramento” por órgãos internacionais, a “Cicada” exige vigilância constante, sinalizando a evolução contínua do vírus.
As orientações permanecem as mesmas: vacinação em dia, higiene e máscaras em ambientes de risco.
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