Política

Alego aprova isenção de IPVA para pessoas com doenças graves

A matéria aprovada pela comissão prevê que os benefícios já garantidos às pessoas em tratamento de câncer, se estendam às pessoas com doenças graves, em tratamento na rede pública como diabetes, hipertensão, afetadas por um AVC e portadoras do vírus HIV

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A Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento (CTFO) aprovou nesta quarta-feira (17), o projeto que concede isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) às pessoas com doenças graves em tratamento na rede pública de saúde. A matéria prevê que os benefícios já garantidos às pessoas em tratamento de câncer, no estado de Goiás, se estendam às pessoas com doenças graves, com diabetes, hipertensão, afetadas por um AVC e portadoras do vírus HIV.

O projeto foi relatado pelo deputado Chico KGL (DEM) e encaminhado para avaliação da Secretaria de Economia. A CCJ aprovou a sua diligência.

O Governo Estadual já garante a isenção do IPVA às pessoas com deficiência física, visual, mental severa ou profunda e autismo, às pessoas em tratamento de qualquer câncer na rede pública de saúde municipal, estadual ou federal.

A deputada Adriana Accorsi (PT), autora do projeto, argumenta que as pessoas com doenças graves sofrem com a dor que acomete o seu corpo, o que as tornam indefesas e necessitadas de cuidados especiais, tanto dos familiares quanto do Estado.

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“Os gastos mensais já são onerosos e os custos altos com medicações, profissionais de saúde e deslocamentos para tratamentos, sobrecarregam o orçamento doméstico, desestabilizando a vida dessa clientela que conta com o amparo estatal”, disse.

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ESTADO

Em Goiás, irmãs morrem de Covid-19 em intervalo de 7 horas

Edilaine Santos da Costa estava grávida de 9 meses e precisou fazer uma cesárea de emergência. Elas estavam internadas em hospitais de cidades diferentes.

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As irmãs Edilaine Santos da Costa, 36 anos, e Elaine Rodrigues dos Santos, 33, morreram de Covid-19 em um intervalo de 7 horas em cidades diferentes de Goiás. Em decorrência da doença, a mais velha, que estava grávida de 9 meses, precisou passar por uma cesárea de emergência e não chegou a conseguir cuidar do filho.

“Foram dias de muito sofrimento. Está sendo um momento muito difícil”, disse Érica Santos da Costa, irmã das duas vítimas.

As duas irmãs testaram positivo para Covid-19 na mesma época. Como Edilaine, após passar pelo parto de emergência do filho, não podia ficar próximo dele, decidiu saiu de Pires do Rio e ir para Morinhos ficar em isolamento com a irmã na casa dela. Foi uma forma que encontraram de permanecer unidas, uma dando força a outra.

Com o passar dos dias, o estado de saúde de Edilaine foi se agravando e ela precisou ser internada no último dia 13. Mesmo com sintomas mais leves, a irmã mais nova também foi internada por garantia.

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Edilaine teve uma piora no estado de saúde e precisou ser transferida de Morrinhos para Itumbiara, onde foi intubada na UTI. “Depois disso, a Elaine, que estava bem, começou a piorar. Acho que o psicológico de ver a irmã sendo levada para a UTI também pode ter afetado”, disse Érica.

Elaine também precisou ser transferida na quinta-feira (29). Ela foi para levada para Senador Canedo.

“Na sexta-feira [30] ela ligou para minha mãe e o marido dela, disse que seria intubada, mas que iria se recuperar, iria sair dessa. Mas às 14h o marido dela recebeu uma ligação pedindo para que ele fosse ao hospital. Lá, disseram que ela tinha morrido”, contou Érica.

Edilaine, que seguia internada em Itumbiara, morreu às 21h do mesmo dia. “Ela viu o filho só de longe, foi a maior dor para ela”, disse a irmã.

As duas foram enterradas neste sábado (31) em Pires do Rio. Além da dor da despedida, a família ainda se preocupa com os pais das duas e o marido de Edilaine, que também estão com Covid-19. Eles se recuperam em casa.

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“A gente fica longe das pessoas que ama, é muito difícil. Não pode estar junto no hospital, não pode fazer um velório para se despedir”, lamentou Érica.

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