Nesta terça-feira (20), fiscais do Ministério da Economia, por intermédio da Superintendência Regional do Trabalho e do Emprego em Goiás, estiveram em Jaraguá a fim de averiguarem denúncias recebidas de que algumas confecções estariam cometendo irregularidades na prestação de contas nas contratações e demissões.
Em um dos autos de infração aplicado a um confeccionista, ficou determinado que ele terá de enviar nos próximos dias a comprovação de pagamento dos salários dos últimos três meses, cópia de acordos coletivos dos últimos dois anos, guias rescisórias do FGTS, arquivos de pagamentos dos 13º. Rescisões contratuais com assinatura do empregado, acordos individuais, apuração de débitos dos FGTS, entre outros itens de extensa lista.
Um dos empresários fiscalizados, questionou se seria perseguição política. Porém entendeu que a fiscalização é do Governo Federal, via Ministério da Economia. “Só se reclamar com o (fdp) do Ministro Paulo Guedes. Em meio a pandemia uma fiscalização dessas” esbravejou.
A fiscalização ligada ao Governo Federal é independente e age inclusive para proteger o trabalhador e evitar fraudes.
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