O governador eleito Ronaldo Caiado (DEM) participou de reunião com deputados federais e senadores goianos, na Sala das Comissões, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Na oportunidade, a bancada decidiu destinar R$ 49 milhões em emendas parlamentares para o aparelhamento de unidades de saúde do interior do Estado.
Ainda na área da Saúde, Caiado destacou o envio de R$ 20 milhões para a continuidade das obras do Hospital das Clínicas. “É uma construção 100% da bancada, desde o início até hoje”, disse. A Segurança Pública do Estado também deve receber verba. Conforme Caiado, são R$ 5 milhões para investimento em Inteligência e na Polícia Técnico-científica e R$ 15 milhões para armamento e proteção dos policiais.
A bancada ainda tem R$ 79 milhões, que, de acordo com o governador eleito, devem ser distribuídos entre a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Educação e Agricultura. “Tudo isso ainda será entendido entre nós. Saberemos retribuir este gesto que os colegas fizeram ao Estado de Goiás. Lá estarei como governador e saberei dar reconhecimento público do apoio que tive de toda bancada na Câmara e no Senado”, disse.
Foco em saúde
Para o deputado Delegado Waldir (PSL), a decisão foi a mais adequada no momento em que, na sua avaliação, uma das principais preocupações dos goianos é a Saúde. “É importante priorizar a conclusão de obras em todo o Estado. Sabemos que os goianos fazem longas viagens atrás de atendimento. Temos uma grave crise neste setor no Entorno no Distrito Federal. A presença do governador eleito foi muito importante, para que tomássemos esta decisão em conjunto”, avalia Waldir.
Do PSDB, Fábio Sousa afirmou que a decisão de Caiado em participar da reunião da bancada foi “muito gentil”. “Ele se colocou à disposição. Todos nós demos sugestões e ele também fez algumas observações. Hoje, muitas bancadas estaduais se reuniram para decidir sobre as emendas. Ainda temos algumas decisões a serem tomadas”, afirma Fábio. Para o deputado, o foco em Segurança e Saúde é coerente, já que “a demanda da população nesta área cresce”. “É pouco dinheiro para distribuir entre os Estados. Qualquer verba é bem-vinda. Eu diria até fundamental”, conclui.
Da Redação com OP













































