O Banco Central do Brasil anunciou nesta quinta-feira (25) novas regras para reforçar a segurança do Pix, sistema de pagamentos instantâneos, com o objetivo de dificultar a lavagem de dinheiro e aumentar a robustez da ferramenta. Entre as medidas estão a elevação dos requisitos para instituições que operam no Pix e restrições mais rigorosas para casos de fraude.
As novas normas prevêem que instituições financeiras com patrimônio líquido inferior a R$ 5 milhões serão excluídas do sistema, além de ampliar o prazo para reentrada no programa para cinco anos. O Banco Central também autorizou limites personalizados por transação conforme o risco do cliente e ampliou o uso de bloqueios cautelares para pessoas jurídicas. A mudança visa inibir o uso do Pix por facções criminosas para movimentar dinheiro ilegalmente.
O Banco Central reforçou que nenhuma nova instituição poderá operar o Pix sem autorização prévia, antecipando a exigência para maio de 2026. Com essas medidas, a autoridade monetária busca aumentar a segurança do sistema, proteger usuários e garantir a integridade do sistema financeiro nacional.
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