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Bombeiros encontram corpo em decomposição dentro de poste

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Militares do Corpo de Bombeiros encontraram, no início da noite de ontem (20), o corpo de um homem dentro de um poste na Avenida Viena, no Parque Anhanguera 2, em Goiânia. A suspeita é que a vítima teria entrado no poste para se proteger da chuva e não conseguiu mais sair.

Conforme relatos de moradores da região, há mais de um ano que a Celg deixou alguns postes de ferro pré-moldados deitados no canteiro central da Avenida Viena. Um deles, porém, começou a exalar mau cheiro há 10 dias, ocasião em que os bombeiros foram acionados, fizeram uma vistoria e disseram tratar-se de alguma massa não identificada que estaria dentro dele.

Como o mau cheiro só aumentou, os bombeiros foram chamados novamente neste domingo, ocasião em que resolveram cortar o poste e encontraram, lá dentro, o corpo de um homem. Uma moradora da região que acompanhou o trabalho dos Bombeiros afirmou que o corpo é de seu pai, que teria desaparecido de casa há exatamente 10 dias.

Peritos do Instituto de Criminalística e agentes da Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) acompanharam o trabalho dos Bombeiros, e agora vão investigar o caso.

Somente após uma perícia mais minuciosa, que deve ser realizada nesta segunda-feira, é que os peritos terão condições de identificar a vítima.

 

Polícia Civil identifica corpo encontrado dentro de poste em Goiânia

A Polícia Civil conseguiu identificar no final tarde de hoje (21) o corpo encontrado ontem dentro de um poste de rede elétrica na Avenida Viena, no Parque Anhanguera 2, em Goiânia. O homem foi reconhecido como Dagoberto Rodrigues Filho, de 68 anos.

Apesar da previsão inicial para reconhecimento do corpo ser de 30 dias, pois ele estava em avançado estado de decomposição, os papiloscopistas do Instituto de Idendificação da Polícia Civil conseguiram o feito através de um método de identificação de fragmentos das digitais.

“A gente faz incisão nas falanges dos dedos e faz tratamento. Usamos a técnica de hidratação, inclusive a técnica de fervura, que é uma técnica específica para reconstituir o tecido dérmico. Ele não tinha mais epiderme. Então a gente faz um tratamento e aí conseguimos fazer marcação de pontos,” explica o gerente do Instituto, Antônio Maciel.

O corpo já foi liberado e a família também foi avisada. Mas, até o momento, ninguém compareceu ao Instituto Médico Legal (IML).

Atualizado em 21/11/2016 às 20:57 horas

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