Cabo da PM suspeito de matar mototaxista

Cabo da PM é suspeito de ter matado a tiros mototaxista em Rialma

O suspeito foi algemado e encaminhado à Delegacia de Polícia de Rialma na viatura do GPT, onde permanece à disposição do Poder Judiciário

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No final da tarde de hoje (22) por volta de 17h50, houve um homicídio na Rua 35 abaixo da Igreja o Brasil Para Cristo em Rialma, onde o suspeito é um policial militar.

Conforme informações da própria Polícia Militar (PM), o cabo João Carlos dos Santos – (J. Carlos) estava agredindo um homem na frente de sua casa após o mototaxista Wesley Alves de Araújo, realizava uma corrida, pois havia deixado a esposa do suspeito no local.

Segundo informações, uma dupla de militares de serviço foi acionada e esteve com a viatura no local, tentando conter J. Carlos, entretanto, por possuir porte físico forte, os policiais lutaram com o mesmo, pedindo que Wesley fugisse. Infelizmente o suspeito desferiu uma coronhada no peito do sargento Amorim comandante da viatura e o mesmo conseguiu se soltar correndo até a esquina, local em que alcançou a vítima Wesley disparando contra ele, três tiros com a arma da corporação.

Uma viatura do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) chegou no local do crime e realizaram a prisão de J. Carlos. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, no entanto, a vítima não resistiu e veio a óbito no local, sendo acionado o Instituto Médico Legal (IML).

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J. Carlos foi algemado e encaminhado à Delegacia de Polícia de Rialma na viatura do GPT, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.

O comandante da 22ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), acompanharam o desfecho da ocorrência Policial Militar.

O suposto autor do crime

Conforme informações a vítima estava trabalhando e foi assassinada pelo cabo da PM J. Carlos. O militar é conhecido na comunidade e conhecido por muitos que possui problemas psiquiátricos.

Verdade é que pessoas como J. Carlos não deveria estar nas ruas trabalhando e muito menos em casa, sendo sabido pela sociedade que já esteve afastado várias vezes por problemas de cunho pessoais.

A vítima

Segundo informações, a vítima Wesley Alves de Araújo trabalhava no Moto Táxi Ceres e deixou filhos e esposa.

Nas redes sociais, especialmente nos grupos de WhatsApp de Ceres e região, foram divulgadas imagens com a foto da vítima mencionando “Queremos justiça!! …descanse em paz Wesley”.

Essa matéria poderá ser atualizada a qualquer momento!

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PC indicia quatro envolvidos em mortes de advogados em Goiânia; Vídeo

De acordo com a PC, os suspeitos exerceram papéis de executor, intermediários e de mandante no crime

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A Polícia Civil (PC), através da Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH) indiciou quatro pessoas pelos assassinatos dos advogados Marcus Aprigio Chaves, de 41 anos e Frank Alessandro Carvalhaes de Assis, de 47, no dia 28 de outubro, mortos em escritório no Setor Aeroporto em Goiânia. Conforme a PC, os indiciados, de acordo com as investigações exerceram papeis de executor, intermediários e de mandante; este último identificado como Nei Castelli.

A PC diz que “todas as circunstâncias do crime foram devidamente elucidadas e não há mais diligências a serem produzidas”. O inquérito já foi remetido ao Ministério Público de Goiás (MP-GO) na última terça-feira (1°) e, agora, fica a este a incumbência de oferecer ou não denúncia aos envolvidos.

 

Relembre o crime

O crime ocorreu no dia 28 de outubro, no escritório dos advogados localizado no Setor Aeroporto, em Goiânia. De acordo com as investigações, Nei Castelli teria contratado dois pistoleiros por R$ 100 mil para cometerem os homicídios.

As investigações apontam que o crime foi cometido porque as vítimas conquistaram em novembro do ano passado, na justiça, ação de reintegração de posse de uma propriedade rural em São Domingos, no Nordeste Goiano, atualmente ocupada por familiares do fazendeiro. Propriedade está avaliada em quase R$ 50 milhões.

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Nei Castelli foi o último suspeito de envolvimento no crime a ser detido. Outras três pessoas já haviam sido presas por participação no duplo homicídio. Um dos quatro suspeitos morreu em confronto com a Polícia Militar do Tocantins (PM-TO).

Na última segunda-feira (30), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) indeferiu liminarmente o Habeas Corpus impetrado em favor de Nei Castelli. A decisão foi do ministro Humberto Martins. Essa foi a segunda negativa da Justiça para a soltura do fazendeiro. No último dia 20 de novembro, foi a vez do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) negar a liberdade do suspeito. Veja o vídeo quando Castelli chegou, após ser preso, na Delegacia da PC em Goiânia:

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