A Polícia Militar foi informada de que havia um caminhão com placa de Rialma, abandonado em um canavial nas proximidades do Córrego da Prata. De posse de tais informações, equipes policiais se deslocaram até o local informado e se depararam com o caminhão.
Diante dos fatos, foi feita a checagem junto ao Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM), e constatou-se que não havia registro de furto ou roubo e se tratava de um caminhão da empresa Valle Distribuidora de Rialma.
Ainda segundo informações do comandante, Major Borba, o proprietário do veículo Ademar José da Silva Júnior no momento do fato relatou à polícia que não sabia o que estava ocorrendo e que não estava conseguindo falar com o seu motorista, mas que iria deslocar até a cidade de Rubiataba para verificar o fato.
Enquanto a polícia esperava o proprietário do caminhão, foi informada pelo Centro de Operações (COPOM) que a senhora M. L. C. A., moradora de Rubiataba, havia ligado horas antes informado que teria recebido doações de um caminhão com as mesmas características do abandonado.
Imediatamente, os militares se deslocaram até o endereço da mulher, oportunidade em que ela relatou que dois indivíduos que ela não conhecia foi em sua residência e doou vários produtos de limpeza e alimentícios.
Minutos depois da viatura ter saído do local a senhora M. L. C. A ligou novamente informando que os homens haviam retornado e queriam pegar os produtos doados.
A equipe policial conseguiu abordá-los ainda dentro da residência da senhora, sendo eles o motorista do caminhão F. C. R. e U. R. S. Abordados pelos militares, o motorista inicialmente contou que havia sido roubado, mas, posteriormente, resolveu narrar a verdade dos fatos e contou que havia vendido as mercadorias juntamente com U. R. S. para fazer uso de entorpecentes, sendo que U. R. S. sabia que F. C. R. estava apropriando da mercadoria.
A equipe policial deslocou novamente até onde encontrava o caminhão juntamente com o proprietário sendo constatado que toda a mercadoria havia sido indevidamente apropriada pelo seu funcionário.
O prejuízo de mercadorias, segundo o proprietário da empresa, foi entorno de R$ 23.709,00. O caminhão foi entregue para o seu proprietário e o mesmo foi orientado a pegar os produtos encontrados na residência da mulher e apresenta-los na Delegacia de Polícia local.
Seguindo informações do major Borba, o motorista do caminhão resolveu cooperar para a recuperação de mais produtos e citou vários outros endereços de pessoas que teria adquirido a mercadoria.
Em um dos endereços informados, os policiais avistaram pela janela da casa os produtos da apropriação indébita. Quando a equipe estava saindo do local, se deparou com a proprietária onde a mesma franqueou a entrada dos policiais e disse que estes produtos estavam em sua casa, mas nega que seja dela, haja vista que já havia vários produtos armazenados dentro de seu armário e na cozinha e já havia até consumido alguns dos produtos.
Os policiais conduziram o morador até o hospital municipal e posteriormente à Delegacia local juntamente com os produtos encontrados para que sejam tomadas as devidas providências.
As equipes policias continuam as buscas nos demais endereços citados.
Já os suspeitos, no caso o motorista do caminhão F. C. R. e U. R. S. foram encaminhados para a DP local e a motocicleta deles foi conduzida para o pátio do 2º Pelotão, pois se tratava de produto de leilão.
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