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Caso chocante em SP: Idoso dado como morto se mexe e respira no momento do preparo funerário

Polícia Civil foi acionada e registrou o caso como “omissão de socorro”. A delegacia de Presidente Bernardes abriu investigação para apurar o incidente e responsabilizar os envolvidos.
Caso chocante em SP: Idoso dado como morto se mexe e respira no momento do preparo funerário. Foto: Darrin Klimek/Getty Images

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Um idoso de 88 anos, morador de Emilianópolis, cidade no interior de São Paulo, foi dado como morto na Santa Casa de Presidente Bernardes, mas foi encontrado vivo por funcionários de uma funerária da região de Presidente Prudente, no sábado (16).

O homem foi atendido na tarde de sábado na Santa Casa de Presidente Bernardes, onde a médica de plantão declarou óbito por “insuficiência respiratória aguda e pneumonite por sólidos”. Após a emissão da declaração de óbito, uma funerária foi acionada para realizar os procedimentos funerários de praxe.

Foi durante o preparo do corpo para o enterro que a equipe da funerária notou algo incomum. Os funcionários perceberam que o idoso se mexia e respirava, apresentando sinais vitais evidentes.

Ao perceber que o homem estava vivo, a equipe funerária agiu rapidamente. Os funcionários imediatamente acionaram socorro e o levaram de volta para a Santa Casa de Presidente Bernardes, onde foi internado.

Segundo o registro policial, o quadro de saúde do idoso é considerado estável e ele segue internado na unidade hospitalar.

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A Polícia Civil foi acionada e registrou o caso como “omissão de socorro”. A delegacia de Presidente Bernardes abriu investigação para apurar o incidente e responsabilizar os envolvidos.

A declaração de óbito foi apreendida pela polícia como parte das investigações. Tanto o nome da médica que declarou o óbito quanto o da vítima não foram divulgados pelas autoridades.

Este episódio chamou a atenção da imprensa nacional pela gravidade do erro médico e pela sorte do idoso ter sido salvo a tempo. O caso evidencia a importância da verificação cuidadosa dos sinais vitais antes de qualquer declaração de óbito e dos procedimentos funerários.

A médica que declarou o óbito poderá responder criminalmente por omissão de socorro, crime previsto no Código Penal brasileiro que pune a deixação de prestar assistência quando possível fazê-lo sem risco pessoal.

A investigação segue em andamento para apurar as circunstâncias exatas que levaram ao erro e identificar todas as responsabilidades envolvidas no caso.

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