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dia da mulher

Cinco brasileiras que revolucionam a ciência e o ativismo no Brasil

Apesar de desigualdades históricas, como falta de oportunidades e obstáculos estruturais, elas impulsionam pesquisas, projetos e mudanças que impactam comunidades e o conhecimento nacional.
Cinco brasileiras que revolucionam a ciência e o ativismo no Brasil. Foto: Reprodução

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No Dia Internacional da Mulher, 8 de março, o Brasil celebra trajetórias inspiradoras de mulheres que desafiam barreiras e lideram avanços na ciência e no debate social. Apesar de desigualdades históricas, como falta de oportunidades e obstáculos estruturais, elas impulsionam pesquisas, projetos e mudanças que impactam comunidades e o conhecimento nacional.

De laboratórios de ponta a movimentos sociais, essas pioneiras ocupam espaços de destaque. Conheça cinco brasileiras cujas contribuições marcam a sociedade.

Tatiana Sampaio: Pioneira na regeneração nervosa com polilaminina

Professora associada da UFRJ desde 1995, Tatiana coordena o Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular. Com mestrado em Biofísica, doutorado em Ciências pela UFRJ e pós-doutorados nos EUA e na Alemanha, ela estuda há 25 anos como proteínas restauram conexões nervosas. Sua polilaminina, derivada da laminina natural, promete tratar lesões medulares. Em fevereiro de 2026, a Anvisa liberou testes clínicos fase 1 em humanos – um passo experimental rumo a tratamentos reais.

Jaqueline Goes de Jesus: A biomédica que sequenciou o primeiro genoma da Covid-19 no Brasil

Bahiana de origem, Jaqueline mapeou o genoma do SARS-CoV-2 em 48 horas após o primeiro caso no país, comparando-o ao de Wuhan. Formada em Biomedicina pela Escola Bahiana, com mestrado na Fiocruz e doutorado na UFBA, ela aprendeu sequenciamento por nanoporos no Reino Unido, técnica usada antes no Zika. Hoje, monitora epidemias e respostas a surtos virais.

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Silvana Santos: Descobridora da síndrome de Spoan em comunidades do RN

A bióloga da UEPB identificou a rara Síndrome de Spoan após anos pesquisando famílias no interior do Rio Grande do Norte, com sintomas como perda motora, problemas visuais e neurológicos. Sua análise genética revelou mutações recessivas, comuns em casamentos consanguíneos, dando diagnósticos e visibilidade a pacientes com doenças raras.

Márcia Barbosa: Desvendando os mistérios da molécula de água

Física da UFRGS e membro da Academia Brasileira de Ciências, Márcia estuda anomalias na água que explicam a escassez global de água doce. Premiada nacional e internacionalmente, ela também promove mulheres na ciência e tecnologia, ampliando o debate sobre estruturas moleculares complexas.

Djamila Ribeiro: Voz potência contra racismo e feminismo negro

Filósofa, escritora e ativista, Djamila Ribeiro denuncia o racismo estrutural e a violência de gênero no Brasil. Em livros como Quem tem medo do feminismo negro?, ela entrelaça racismo e sexismo, combatendo desigualdades que afetam mulheres negras, de estupros a feminicídios.

Essas histórias reforçam o poder transformador das mulheres brasileiras na ciência e na sociedade.

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