Confira a lista de candidatos ao cargo de governador do Amazonas

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A Justiça Eleitoral recebeu pelo menos 28 mil registros de candidaturas para as eleições de outubro. A campanha eleitoral começa oficialmente nesta terça-feira (16).

Foram recebidos 12 registros de candidaturas à Presidência e 12 a Vice-Presidência; 223 para governador e vice-governador, 231 para senador, 10.238 para deputado federal, 16.161 para deputado estadual e 591 para deputado distrital.

No Amazonas, oito candidatos concorrem ao cargo de governador. Confira lista completa:

Amazonino Mendes (Cidadania): aos 82 anos, nasceu em Eirunepé (AM). Mendes é formado em direito pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Já foi governador do estado por quatro mandatos e prefeito de Manaus em três ocasiões. Ele também já ocupou uma cadeira no Senado. O vice na chapa será Humberto Michiles (PSDB), de 69 anos, suplente de deputado federal.

Carol Braz (PDT): natural de Manaus, ela tem 42 anos e é defensora pública e ex-secretária de estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania. Carol é formada em direito pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Já foi escrivã de Polícia e é ex-juíza. O engenheiro Cláudio Machado (PDT), de 43 anos, será o vice.

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Dr. Israel Tuyuka (PSOL): aos 49 anos, o indígena nasceu em São Gabriel da Cachoeira (AM) e é médico e professor. Ele também tem mestrado em geografia humana pela Universidade de São Paulo (USP) e em ciências sociais pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Esta será a primeira vez que ele disputa a vaga para governador. O locutor e comentarista Thomaz Barbosa, de 55 anos, do mesmo partido, é o candidato a vice.  

Eduardo Braga (MDB): aos 61 anos, é senador pelo segundo mandato consecutivo. Já foi governador do Amazonas em duas ocasiões e prefeito de Manaus. Também foi eleito deputado estadual e deputado federal. O candidato foi ainda titular do Ministério de Minas e Energia. Ele terá como vice a Secretária Nacional de Mulheres do PT, Anne Moura.

Henrique Oliveira (Podemos): natural de Santa Catarina, tem 61 anos e é formado em economia e engenharia. Já foi eleito vereador de Manaus e também deputado federal. Já foi vice-governador do Amazonas na chapa encabeçada pelo ex-governador José Melo. A vice será a deputada estadual Vera Castelo Branco (PTB), de 71 anos.

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Nair Blair (Agir): aos 51 anos, a empresária nasceu em Manaus. Ela vai disputar pela primeira vez o governo do Amazonas. Em 2018, foi candidata a deputada distrital no Distrito Federal (DF). A vice será a odontóloga Rita Nobre também do Agir e com 51 anos.

Ricardo Nicolau (Solidariedade): ex-vereador de Manaus, tem 46 anos e cumpre o quinto mandato de deputado estadual, tendo presidido a Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) em 2011 e 2012. A vice será a professora e suplente de vereador de Manaus Cristiane Balieiro, de 41 anos, do PSB.

Wilson Lima (União Brasil): aos 46 anos é candidato à reeleição. Ele é formado em Jornalismo e natural de Santarém (PA). Foi repórter, radialista e apresentador do programa Alô Amazonas. O vice-governador na chapa é Tadeu de Souza (Avante), 50 anos.

Atualizado com dados do TSE até 15h21 do dia 16/08/2022

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Política Nacional

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POLÍTICA NACIONAL

Exposição alerta sobre feminicídio e homenageia vítimas de violência

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O Senado recebe até a sexta-feira (14) a exposição Sapatos Vermelhos — os passos que elas deixaram de dar, uma instalação artística que denuncia o feminicídio e dá visibilidade à luta contra a violência de gênero. São 120 pares de sapatos vermelhos de cerâmica, cada um simbolizando uma mulher vítima de feminicídio. Os sapatos, de diferentes formatos e tamanhos, trazem os nomes e idades das mulheres lembradas. A exposição está no espaço Senado Galeria, no Anexo 1.

A instalação é organizada pela Associação Arte de Vênus, de Santana de Parnaíba (SP), que produziu todas as peças. Ela veio para Brasília a convite da senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), que a visitou em São Paulo durante diálogos sobre a Lei do Feminicídio (Lei 13.104, de 2015).

— Geralmente, o que falamos sobre o assunto é de nós para nós mesmas. Trazer a exposição para dentro do Senado é importante para que todos que passam por aqui ou pela Câmara [dos Deputados] vejam e sintam o impacto. Estamos aqui presentes mas, infelizmente, para falar de ausências — afirmou Buzetti durante a abertura da exposição, na terça-feira (11).

A senadora Zenaide Maia (PSD-RN), que chefia a Procuradoria Especial da Mulher (Promul), destacou a importância da aprovação de leis que não apenas punam os agressores, mas que também possam prevenir a violência contra as mulheres. A senadora também defendeu o empoderamento feminino através da independência econômica.

— É no orçamento que deve haver recursos para educação pública de qualidade em tempo integral, para que nossas crianças aprendam sobre a Lei Maria da Penha. Não é possível mais nos calarmos sabendo que mulheres estão sendo assassinadas apenas pelo fato de serem mulheres. Precisamos empoderá-las com emprego decente. Somos uma bancada de 16 senadoras e sobre este assunto nós não divergimos, nós unimos forças — enfatizou.

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A líder da Bancada Feminina do Senado, senadora Leila Barros (PDT-DF), lembrou em seu discurso que no domingo (9) o Brasil completou dez anos da Lei do Feminicídio, mas o aumento dos crimes cometidos contra as mulheres desde 2015 é “assustador” — foram 111% feminicídios a mais. Ela exaltou os avanços “significativos” alcançados pela Bancada Feminina do Senado e também pontuou a união entre as parlamentares.

Dados

De acordo com o 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a cada seis horas uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil e, de cada dez brasileiras, três já foram sofreram algum tipo de violência doméstica.

Marcio Tancredi, diretor-executivo de Gestão do Senado, participou da cerimônia de abertura da exposição representando a diretora-geral, Ilana Trombka. Em seu discurso, ele reforçou o compromisso da Casa na luta pela equidade.

— Em 2024, o Brasil registrou 1.467 casos de feminicídio, o maior desde a tipificação deste crime em 2015, representando 3,85% do total de homicídios no país. Diante deste cenário, o Senado reafirma o compromisso com a proteção e os direitos das mulheres. A nossa ação institucional está pautada na ação da nossa Bancada Feminina, na Procuradoria Especial da Mulher e no Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça, que este ano completa dez anos.

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O secretário-geral da Mesa, Danilo Aguiar, também participou da cerimônia  e afirmou que o Senado “não pode se calar” diante da realidade que atinge diariamente tantas mulheres.

— Esta exposição traz uma mensagem poderosa para dentro do Parlamento. Desejo que cada um de nós, ao observar estes sapatos, possa se comprometer e ser um agente de transformação. Precisamos honrar a memória das mulheres vítimas e garantir um futuro em que nenhuma mulher precise temer por sua vida.

A cerimônia de abertura da exposição também contou com a presença da primeira-secretária do Senado, senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB); das senadoras Augusta Brito (PT-CE) e Dra. Eudócia (PL-AL); do senador Marcos Rogério (PL-RO); da vice-presidente do Tribunal Regional da 1ª Região (TRF1), Gilda Sigmaringa Seixas; e da presidente da Associação Arte de Vênus, Soraia Vieira.

Exposição

A Associação Arte de Vênus é um projeto social sem fins lucrativos que conta com oficinas de cerâmica e objetos de decoração produzidos por mulheres. Os sapatos da exposição, por exemplo, são todos feitos manualmente para representar vítimas de feminicídio. A mostra foi organizada com o apoio do Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça (Coprig), da liderança da Bancada Feminina e do Senado Federal.

Sapatos Vermelhos — os passos que elas deixaram de dar
De 11 a 14 de março, na Senado Galeria

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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