O deputado estadual Lincoln Tejota (PSD) defendeu, em entrevista à um jornal da Capital, que seu partido continue disputando cargos importantes nas eleições, nos moldes do que foi feito em 2016, quando Francisco Jr. (PSD) concorreu à Prefeitura de Goiânia. Ele destacou principalmente os nomes de Vilmar Rocha (PSD) e Henrique Meirelles (PSD) que, na sua opinião, têm grande potencial em 2018.
“Temos bons nomes, como o do nosso ministro da Fazenda, Henrique Meirelles e do Vilmar Rocha, que já é declarado candidato a governador, senador ou a vice-governador e quer ocupar um espaço estratégico”, ressaltou ele. “E temos bons nomes também para concorrer a deputado estadual e federal”, acrescentou.
Henrique Meirelles, na sua opinião, dificilmente disputaria algum cargo em Goiás. “Acho que ele pretende alçar voos maiores e, quem sabe, se lançar como possível candidato à Presidente da República”, comenta. “Particularmente, é um projeto em que eu acredito e que o PSD também quer”.
O Ministro da Fazenda, aponta Lincoln, tem respeito no cenário nacional e conseguiu fazer boas gestões nos cargos que ocupou. “Com certeza, Henrique Meirelles é um nome que carrega credibilidade nacional. Ele é uma pessoa que detém credibilidade do mercado internacional, dos partidos e também dos entes políticos no Brasil”, afirmou.
“Quando ele esteve à frente do Banco Central, no governo Lula, o Brasil apresentou um crescimento muito grande, houve uma grande entrada de dólar, que atingiu um patamar muito baixo pela quantidade de investimentos e da credibilidade que a gente tinha com o mercado internacional”, opinou.
Para Lincoln, o partido consolidou seu espaço no Estado de Goiás e se saiu bem nas eleições municipais. “O PSD conseguiu sair fortalecido dessas eleições: Conseguimos eleger dois vereadores, 15 prefeitos no interior, temos dois deputados estaduais, dois federais, temos uma secretaria muito importante, que é a Secima (chefiada por Vilmar)”, listou o deputado.
“A gente tem um espaço garantido dentro desse governo e isso por quê? Obviamente, por causa da força política que a gente tem”, opinou, “Hoje estamos bem colocados e o objetivo de cada partido, o Vilmar sempre salienta isso, é atingir o poder para implantar os programas e aquilo que ele acredita que é o melhor para a sociedade”.
O trabalho para 2018, finaliza, começa ainda neste ano: “É natural que, daqui para lá, a gente discorra sobre esse assunto, coloque os nomes à disposição e procure ocupar esses espaços”. “A gente sabe que em política não tem espaço que é cedido, é uma guerra e os espaços são tomados, então o PSD está pronto para a disputa”, concluiu ele.







































