O Ministério Público de Goiás (MPGO) investiga a denúncia de que Thiago da Paz Pinto, diretor do presídio de Itapirapuã, teria se apropriado da remuneração de um detento. A Direção-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) afastou o profissional de sua função enquanto ocorrem as investigações.
A denúncia partiu do MPGO, que já colheu os depoimentos do suspeito. Segundo o MP, foram desviados R$ 1.220,00 do detento, que ele ganha após realizar seu trabalho no presídio.
O valor teria sido transferido para o ex-diretor. O detento foi condenado a 20 anos de prisão por estupro de vulnerável e está preso desde 2013.
Além das investigações do MP seguem em paralelo ao processo administrativo.
“Como o detento não conseguiu resolver o problema e, para ajudá-lo, teria transferido o dinheiro para sua conta pessoal e, imediatamente, sacado a mesma quantia transferida e entregado nas mãos do preso”, alegou, segundo o MPGO.
A versão de Tiago é diferente: ele teria levado o detento para realizar o saque, mas diante de um problema depositou em sua conta. Mas depois devolveu os valores para o presidiário.





































