Famílias brasileiras destinam recordes 29% de sua renda mensal ao pagamento de dívidas, o maior patamar em duas décadas, conforme dados recentes do Banco Central do Brasil (BC). Esse índice, vigente desde outubro de 2025, reflete um endividamento crescente que alarma economistas e setores como bancos e varejo.
Desse total, 10,38% vão para juros e 18,81% para amortização do principal, em meio a juros elevados da Selic e maior uso do crédito rotativo, com taxa de 14,81% ao mês. A inadimplência acima de 90 dias disparou para 6,9%, ante 5,6% no ano anterior, enquanto o crédito com recursos livres expandiu 12,4%.
Riscos Econômicos e Eleitorais
Mesmo com desemprego baixo e inflação controlada, o cenário pressiona o consumo familiar e pode reverberar na política de 2026. Especialistas alertam para limites no poder de compra, com impactos em varejistas e na percepção pública sobre a economia.
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