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Eleições 2018: Maioria dos deputados vai brigar por reeleição

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A menos de um ano da eleição, a maioria dos parlamentares goianos já decidiu seus projetos políticos para 2018. Dos 17 deputados federais, 12 confirmam que serão candidatos à reeleição, enquanto 34 dos 41 estaduais devem disputar cadeira na Assembleia Legislativa novamente.

Na Câmara dos Deputados, os únicos que afirmam não se candidatar novamente foram os dois peemedebistas. Daniel Vilela declara que seu “único projeto é a candidatura ao governo”. “Já comuniquei isso à minha base de apoio como deputado federal, que já está conversando com outros para representá-la em Brasília”.

Pedro Chaves, por sua vez, quer espaço na chapa majoritária do PMDB. “Meu projeto é a candidatura ao Senado. Se não der, talvez a vice”, diz, se referindo à possibilidade de ser candidato a vice-governador numa chapa pura peemedebista. Ele relata que tem andando pelo interior com Daniel e recebido um “bom feedback”. Boa parte das “andanças” de Chaves pelo interior são justamente nos encontros regionais promovidos pelo PMDB e comandados por Daniel.

Porém, o deputado reconhece que é difícil conseguir a vaga, visto que a vice na chapa é sempre uma posição a ser deixada livre para o estabelecimento de alianças. “Então, aposto no Senado, pois teremos duas vagas na chapa: o candidato ao governo e outra. Como sou o único pretendente ao Senado até o momento, acho que há chances”. Questionado sobre a possibilidade de não ser escolhido para nenhuma das vagas, Chaves é direto: “Nesse caso, não disputarei nenhum cargo”.

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Já Alexandre Baldy (Podemos), Roberto Balestra (PP) e Waldir Soares (PR) afirmam não ter definição sobre a eleição. Segundo Baldy, sua preocupação “é com o agora”. “Eleição está muito distante ainda”, diz ele, que anunciou desfiliação do Podemos e que tem estreitado conversas com PP, PSD e PMDB.

Posição semelhante tem Balestra. “Só vou falar sobre candidatura no ano que vem. Toda antecipação traz consequências. Ainda estou fazendo o meu trabalho, que espero ser bom, para viabilizar a reeleição”, diz o deputado, que está em seu oitavo mandato na Câmara.

 

Nacional

Já Waldir Soares, que está de saída do PR e aguarda janela para se filiar ao Patriotas, diz que não pode definir agora se será candidato à reeleição ou não, porque espera posicionamento dos “seus candidatos ao governo e à Presidência da República”, senador Ronaldo Caiado (DEM) e deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), respectivamente.

Segundo Waldir, tanto Caiado como Bolsonaro estão tendo dificuldades para conseguir apoio às suas pré-candidaturas e que isso poderá motivá-lo a disputar novamente. “Existe uma dificuldade momentânea dos dois em ter candidatos com potencial de voto em suas coligações, então é preciso esperar”, explica.

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Ele diz que existe até a possibilidade de não se candidatar a cargo algum para ficar com tempo livre para coordenar a campanha de Bolsonaro em Goiás. “Devo ser o coordenador da campanha de Bolsonaro à presidência em Goiás. Há uma conversa avançada nesse sentido.”

Porém, Waldir acaba demonstrando certa vontade de se candidatar novamente, ao afirmar que, se necessário, estará na chapa. “É claro que, se ele (Bolsonaro) precisar, serei candidato a deputado federal ou a qualquer outro cargo para ajudar a chapa a puxar votos”, argumenta ele, que foi o deputado federal mais votado de Goiás em 2014, com 274,6 mil votos.

Da Redação com OP

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