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plantão policial

Em Goianésia, pai é preso após incentivar filho de 11 anos a atirar na cabeça de desafeto

O pai do menino teria mantido o jovem de joelho sob a ameaça de uma arma na cabeça, lhe agredindo de forma física e psicológica, e a todo momento dizia para o filho atirar contra a cabeça do desafeto, além de mandá-lo pedir desculpas ao seu filho.

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A Polícia Militar (PM) realizou a prisão de um homem de 37 anos, por supostamente ter colocado uma pistola nas mãos de seu filho, de apenas 11 anos, e mandar atirar na cabeça de um desafeto. Os fatos teriam ocorrido região norte da cidade de Goianésia no Vale do São Patrício, durante a tarde, mas naquele momento ele teria conseguido fugir da polícia.

A PM foi informada que tudo aconteceu devido a um desentendimento entre o filho do suspeito e outras três pessoas, sendo um adolescente de 14 anos, uma criança de 11 anos, e uma de 8. Conforme explicado pela PM, no Registro de Atendimento Integrado (RAI), o trio brincava em uma quadra de esportes quando ocorreu a divergência com o outro menor, que saiu da quadra e foi até sua casa avisar seu pai. Neste instante, o trio fugiu, adentrando em um bananal, nas proximidades, para encurtar o caminho, no entanto, foram surpreendidos pela outra criança, que estava na companhia de seu pai em uma motocicleta.

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As testemunhas relataram para os militares que o filho do suspeito desceu da garupa da moto com uma arma de fogo, tipo pistola, em punho, e fez com que o adolescente de 14 anos se ajoelhasse no chão. Em seguida, conforme a polícia, foram iniciadas sessões de ameaças de morte e agressões, sendo desferidos diversos socos e chutes contra o adolescente. O pai do menino teria mantido o jovem de joelho sob a ameaça de uma arma na cabeça, lhe agredindo de forma física e psicológica, e a todo momento dizia para o filho atirar contra a cabeça do desafeto, além de mandá-lo pedir desculpas ao seu filho.

Em seguida, a esposa do suspeito lhe tomou a arma de fogo, guardou e todos foram embora. De acordo com a PM, no ato de colhimento de dados para registro da ocorrência, foi observado que o adolescente estava todo sujo de terra, escoriações pelo corpo e em estado de choque. Deste modo, ele foi conduzido para o Hospital Municipal Irmã Fanny Duran, acompanhado de sua mãe, e posteriormente para a Delegacia de Polícia Civil, para onde também foi levada a esposa do suspeito, uma vez que ele havia fugido. No entanto, no período da noite, os militares receberam denúncia de que o suspeito havia retornado para sua casa, assim, os policiais deslocaram até o local e realizaram sua detenção e o conduziu para a Delegacia de Polícia, onde poderá responder pelos crimes de lesão corporal dolosa, ameaça, corrupção de menor, e constrangimento. O caso foi repassado para a Polícia Civil (PC) que está investigando os fatos. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados.

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