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Plantão Policial

Em Goianésia, PC investiga morte de criança de 7 anos que deu entrada no hospital com sinais de agressão

Após tomar ciência do fato, a Polícia Militar (PM) foi acionada e deslocou até o hospital e conversaram com o casal, separadamente. Tanto o pai, quanto a madrasta apresentaram versões diferentes, entretanto, quando soube, de fato, que a criança havia morrido, a mulher de 25 anos, relatou que na segunda-feira (14), quase na hora do almoço havia agredido o enteado com um empurrão, fazendo com que ele se chocasse contra a parede, e em seguida lhe desferiu dois chutes na região abdominal. A mulher também teria mudado a versão de que a criança estaria falando a caminho do hospital.

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Na madrugada desta quarta-feira (16), uma criança de 7 anos deu entrada no Hospital Municipal Irmã Fanny Duran em Goianésia no Vale do São Patrício, já sem sinais vitais. Ela foi levada à unidade de saúde pelo pai e a madrasta, que disseram, que durante o trajeto até o hospital a criança ainda estava conversando, no entanto, o pequeno, já teria dado entrada no hospital apresentando rigidez cadavérica.

A vítima identificada como Davi Luis Rodrigues Rosa, deu entrada na unidade hospitalar por volta das 03h00, com hematomas no pé esquerdo, abaulamento em região do crânio, possível fratura em na costela à direta, hematomas no olho direito, abdômen rígido e escoriações nas costas, além de saída de secreção fecalóide (vômito que cheira a matérias fecais) pela boca.

Após tomar ciência do fato, a Polícia Militar (PM) foi acionada e deslocou até o hospital e conversaram com o casal, separadamente. Tanto o pai, quanto a madrasta apresentaram versões diferentes, entretanto, quando soube, de fato, que a criança havia morrido, a mulher de 25 anos, relatou que na segunda-feira (14), quase na hora do almoço havia agredido o enteado com um empurrão, fazendo com que ele se chocasse contra a parede, e em seguida lhe desferiu dois chutes na região abdominal. A mulher também teria mudado a versão de que a criança estaria falando a caminho do hospital.

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Em decorrência das controvérsias, os militares conduziram o casal para a Delegacia de Polícia Civil para uma melhor averiguação dos fatos, enquanto que o corpo da criança foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) para ser submetido a exames cadavéricos.

A delegada que apura o caso, Ana Carolina, informou que vai aguardar o laudo do IML para definir quais os próximos passos serão tomados. “A gente está apurando. Estou fazendo este flagrante. Estou só aguardando o laudo do IML, eu pedi urgência, pra gente ver o que a gente vai fazer neste caso. Muito provavelmente, se ficar constatado mesmo que os pais tiveram culpa, eu vou fazer o flagrante. Mas eu quero tomar esta decisão com um pouco mais de certeza, e o laudo do IML vai me dar esta certeza”, explicou.

“A gente vai ouvir testemunhas, familiares, o pai, e verificar o que de fato aconteceu. A gente já tem alguns indícios pelo relatório médico do hospital, mas assim, o laudo do IML, eles vão fazer necrópsia, ver lesões internas. Então eu vou ter mais elementos pra definir até que tipo de crime que ela cometeu… se o pai não cometeu junto”, esclareceu a delegada.

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O casal continua detido na DP de Polícia aguardando os tramites legais que o caso requer. O nome do casal não foi divulgado.

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