Pesquisar
Close this search box.

Em Goiânia, família denuncia que teve que devolver corpo de parente decapitado ao IML pouco antes de enterro porque cabeça não deveria ter sido liberada

publicidade


A manicure Lucimar Rosa de Faria, de 34 anos, denunciou que o corpo do irmão, Adenílio Alves de Faria Junior, de 36 anos, precisou voltar ao Instituto Médico Legal (IML) pouco antes de ser enterrado, em Goiânia. Conforme ela, o parente foi morto decapitado e a cabeça teria sido liberada sem ter todos os exames prontos e a funerária foi obrigada a devolve-lo. As informações são do G1.

“Estávamos com a cova aberta, no cemitério, esperando o corpo. A funerária estava quase chegando com ele quando disseram que ligaram do IML mandando voltar com o corpo porque não podiam ter liberado a cabeça”, disse.

Conforme Lucimar, a família está sofrendo em não poder sepultar logo o corpo de Adenílio. Ela disse que foi instruída por funcionários do Instituto a retornar na segunda-feira (28) para tentar retirar o corpo e a cabeça novamente.

“Como libera um corpo, deixa funerária tirar o corpo sem terminar o trabalho? É um sofrimento. Estava todo mundo ali, uma situação dolorida, ele já morreu de forma muito sofrida. Ficar pensando o tanto que ele sofreu. Minha mãe está péssima. E ainda organizar tudo para ter que voltar atrás”, lamentou.

Leia Também:  Homem é preso por dupla tentativa de homicídio, em Goianésia

 

Morte

De acordo com a Polícia Civil (PC), o crime ocorreu na noite de segunda-feira (21), no Conjunto Primavera. O corpo foi encontrado na noite de terça-feira, em um terreno baldio do bairro, enterrado, com os braços e mãos para fora da terra. Na tarde de terça, o IML chegou a identificar o corpo e, poucas horas depois, a cabeça foi encontrada. Diego Antônio da Silva, de 19 anos foi preso, na quarta-feira (24), e confessou que decapitou a vítima por ele ter brigado com o irmão dele “por coisa boba”.

O irmão dele, que é menor de idade, também admitiu ter participado do homicídio. Para a PC, o caso não tem ligação com demais corpos e cabeças encontrados na capital nos últimos dias.

 

Relembre outros casos

– 13 de janeiro: Cabeça humana foi encontrada na calçada de um shopping em Goiânia, na Avenida Perimetral Norte, região norte da capital. A cabeça tinha a inscrição “TD2” na testa, que sigla utilizada por facções criminosas que significa “tudo dois” e quer dizer “tudo em paz”.

Leia Também:  Menino de 3 anos é baleado dentro de carro, e pai e amigo dele morreram

– 17 de janeiro: Corpo foi encontrado boiando no Rio Meia Ponte, também na região norte de Goiânia, a poucos quilômetros do local onde a primeira cabeça foi encontrada. A Polícia Civil informou que o corpo foi identificado por meio de impressão digital e trata-se da vítima cuja cabeça foi achada na calçada de um shopping.

– 21 de janeiro: um corpo sem cabeça foi encontrado em uma rua de Hidrolândia, também na Região Metropolitana da capital.

– 22 de janeiro: Uma segunda cabeça humana, em estado de decomposição, foi encontrada na Avenida Bela Vista, na Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia. Segundo a Polícia Civil, o membro é da vítima cujo corpo foi encontrado em Hidrolândia.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade