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Saúde

Em Goiás, classificação para fechamento de municípios será feita semanalmente

A Análise levará em conta os dados das 18 regionais de Goiás e três níveis foram estabelecidos para orientar gestores dos municípios a respeito de medidas para restringir a circulação de pessoas

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A classificação dos municípios para a orientação do governo de Goiás a respeito do fechamento das atividades será realizada semanalmente. Uma nota técnica divulgada na noite desta terça-feira (16) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-GO) estabelece três estágios para as cidades: situação de alerta, situação crítica e situação de calamidade – e com isso, haverá restrição de atividades.

O documento emitido pela SES-GO faz parte de uma tentativa do governo de frear o avanço da Covid-19 e impedir o colapso da rede de atendimento. Para a classificação, serão observados indicadores dos seguintes aspectos: aceleração de contágio e sobrecarga do sistema de saúde. No item 1 são verificadas: velocidade de contágio no tempo (Rt); incidência de casos de Srag (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e variação de mortalidade por Covid-19. O grupo que representa o segundo fator integra: taxa de crescimento de solicitações de leitos de UTI ao Complexo Regulador Estadual; taxa de ocupação de leitos de UTI, públicos e privados, dedicados para Covid-19; taxa de ocupação de leitos de enfermaria, públicos e privados, dedicados para coronavírus. Clique aqui e veja a nota técnica

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O documento estipula que caso ocorra a piora dos indicadores, medidas mais restritivas devem ser mantidas por pelo menos 14 dias pelo município da respectiva região; em caso de melhora, medidas menos restritivas podem ser adotadas a partir da semana seguinte.

A classificação “alerta” significa que a cidade deve manter as atividades econômicas, mas com atenção aos protocolos sanitários. Já quando a classificação for “crítico”, é recomendado que o município autorize a capacidade de funcionamento em no máximo 30% de igrejas e bares, e 50% das demais atividades.

O grau “calamidade” é o mais grave, em que a orientação é fechar todas as atividades consideradas não essenciais, mantendo abertos apenas locais como hospitais, supermercados e farmácias.

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