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Plantão Policial

Em Goiás, empresário contrata trio para incendiar fábrica e garantir R$ 2 milhões de seguro, mas plano dá errado

Os envolvidos assumiram autoria pelo ocorrido e explicaram para os militares como negociação ocorreu.

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Após um incêndio tomar conta de uma fábrica de tecidos e couros em Catalão, a Polícia Militar (PM) foi acionada para registrar o caso, após as câmeras de segurança apontarem que o ocorrido foi feito de forma criminosa. No entanto, o fato teve uma reviravolta após as autoridades descobrirem que o mandante do crime era, na verdade, o filho dos proprietários do estabelecimento.

O crime ocorreu na madrugada desta segunda-feira (24), após as chamas tomarem conta do comércio, localizado no bairro Vila Dona Erondina.

A PM após analisar as câmeras de segurança, visualizou dois suspeitos chegando ao local, de motocicleta, pouco antes do incêndio começar e indo embora após o ato.

Entretanto, como um dos celulares que estava no imóvel não foi localizado, o mesmo foi rastreado em outro bairro da cidade e, ao chegarem no endereço indicado, os militares avistaram um indivíduo, que rapidamente se desfez do aparelho.

Ao ser questionado, o jovem de 24 anos, confirmou que estava com o celular da empresa e de que ele havia sido contratado pelo empresário, filho dos donos do local, para provocar um incêndio.

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A proposta foi para receber R$ 20 mil, ao passo em que o mandante iria lucrar cerca de R$ 2 milhões com o seguro da fábrica. Para dar consumar o crime, o jovem então contratou outros dois indivíduos, de 18 e 20 anos, prometendo R$ 2.500,00 para a dupla, tendo sido estes os responsáveis por iniciar o incêndio.

Em decorrência das informações, a PM localizou todos os envolvidos, que confirmaram a história relatada, assumindo a autoria pelo ocorrido.

Para a PM, o empresário e filho dos donos do imóvel, justificou a ação dizendo que a família estava passando por dificuldades financeiras, mas que os pais não tiveram nenhuma parte ou tinham qualquer conhecimento do golpe realizado.

Conforme informações, a empresa estivava registrada no nome do filho, eram os pais quem tomavam conta do negócio. Os envolvidos foram conduzidos até a Central de Flagrantes da Polícia Civil (PC) a agora estão à disposição do Poder Judiciário.

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