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Plantão Policial

Em Goiás, PC realiza prisão de quatro pessoas suspeitas de dar golpe de R$ 235 mil em produtor rural; Assista

Conforme a Polícia Civil (PC), à ocasião dos fatos, os suspeitos de entraram em contato com um comprador de grãos, por meio de mensagens de celular, simulando serem um conhecido corretor do produto. As imagens mostram dois dos suspeitos sendo presos.

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Quatro pessoas foram presas em Rio Verde, suspeitas de integrarem uma associação criminosa. O grupo é investigado pela prática do crime de estelionato virtual. O caso aconteceu em fevereiro deste ano.

Conforme a Polícia Civil (PC), à ocasião dos fatos, os suspeitos de entraram em contato com um comprador de grãos, por meio de mensagens de celular, simulando serem um conhecido corretor do produto. No contato, eles ofereceram R$ 1,1 milhão em 7 mil sacas de soja e informaram que a mercadoria estava sendo vendida por uma empresa legítima do ramo, localizada na zona rural de Ipameri.

De acordo com a PC, os suspeitos informaram à vítima que ela deveria se deslocar ao local para carregar as sacas de soja e que, para a liberação da mercadoria, seria necessário um adiantamento no valor de R$ 235 mil. Ao mesmo tempo, o grupo entrou em contato com a empresa responsável pela venda da mercadoria, informando como se deu a negociação feita com o comprador, e solicitando a autorização para que o produto fosse carregado.

Pagamento não autorizado

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As investigações da PC demonstraram que o vendedor concordou com o carregamento da mercadoria e que assim que o pagamento fosse realizado, a mercadoria seria liberada. Enquanto isso, o grupo avisou aos compradores que o pagamento referente à liberação da carga deveria ser feito em outra conta, e não na conta da empresa responsável pela venda do produto, indicando, ainda, que o gestor da empresa já havia autorizado o pagamento.

Os compradores então, realizaram o pagamento solicitado e foram até Ipameri, buscar a mercadoria. Entretanto, ao chegarem no local, não conseguiram carregar as sacas de soja. Isso porque a empresa que vende a mercadoria não liberou o produto, já que o pagamento não foi, de fato, efetuado na conta da empresa, mas sim, na conta dos criminosos.

Segundo a PC, três das quatro pessoas foram presas em Catalão, e outra, em Formosa. A PC divulgou que valores em contas bancárias e dois veículos dos suspeitos foram bloqueados, com o objetivo de ressarcir as vítimas.

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