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Plantão Policial

Em Goiás, tia é suspeita de permitir que namorado estupre a sobrinha de 11 anos; Assista

A suspeita teria recebido R$ 1 mil para deixar o namorado cometer o crime, aponta investigação da Polícia Civil.

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Uma mulher de 50 anos foi presa na última quinta-feira (19) suspeita de permitir que o namorado de 49 anos estuprasse a sobrinha dela, de 11 anos, em Nazário. O namorado da tia também foi preso. O caso foi divulgado pela Polícia Civil (PC) nesta sexta-feira (20). As imagens mostram o momento em que a tia impede que a menina entre na escola e a leva embora do local na sequência.

De acordo com a Polícia Civil (PC), a tia levou a sobrinha embora da escola com a promessa de entregar um presente a ela. Na ocasião, a mulher se passou pela mãe da menina e a retirou da porta da escola sem a autorização da coordenadora da instituição.

Ainda segundo a PC, a coordenadora ligou para o Conselho Tutelar e seguiu o carro dirigido pela suspeita. Após identificar a placa do carro, a mulher entrou em contato com a Central de Flagrantes de Trindade e com a mãe da menina.

Ao ser informada sobre o que estava acontecendo e com as características do veículo, a mãe da menina suspeitou que o namorado da irmã seria quem teria levado a filha e foi até o endereço dele.

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A PC informou que quando eles chegaram na residência do suspeito, a menina relatou que o suspeito tentou beijá-la naquele dia e que em outra data, ainda neste mês, o homem a forçou a fazer sexo com ele sem o uso de proteção quando estavam na casa de sua tia. Segundo a PC, o homem pagou R$ 1 mil para cometer o crime.

O delegado Rafael Borges de Macedo informou que a mulher não assumiu o crime. Já o namorado dela confirmou que a menina esteve na casa dele, mas disse que não se lembra o que aconteceu.

“A tia não assumiu a conduta, mas disse que já chegou a desconfiar que os abusos aconteciam. O homem confirmou que a criança foi até a casa dele há três semanas, mas disse que não se lembra o que aconteceu porque estava muito bêbado”, afirma o delegado.

Os suspeitos continuam presos e devem responder por estupro de vulnerável. A pena é de 8 a 15 anos de prisão.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados e por essas razões a nossa reportagem não conseguiu localizar suas defesas.

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