Uma mulher foi agredida em um bar de Itaguari e conforme o registro da Polícia Civil, um policial militar que não teve a identidade revelada é considerado suspeito do caso.
O crime aconteceu na noite de sexta-feira (6). Conforme testemunhas, que estão com medo de ter a identidade divulgada, a mulher levou coronhadas na cabeça por cerca de cinco minutos e foi levada a uma unidade de saúde sangrando.
“Dava várias bicudas nela, coronhadas. Ela caiu já sangrando e ele batia. Os companheiros que estavam com ela no momento tentaram separar”, disse uma testemunha.
A mulher optou por não representar contra o autor do crime. No entanto, o advogado Roberto Serra, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB Goiás, explicou que, com base na Lei Maria da Penha, o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) representa a agredida de qualquer forma.
“A lei é um dos mecanismos para se evitar a perpetuação da violência contra a mulher. Não seria cabível imaginar uma desistência, até porque o objetivo é não apenas proteger a vítima, mas toda a sociedade”, esclareceu.

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