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Em Pirenópolis, jovem ameaça irmã e é morto por PMs

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Um jovem identificado como Joveci Pereira da Costa Júnior, de 19 anos, foi morto por policiais da Companhia de Policiamento Especializado de Anápolis (CPE), depois de ameaçar e expulsar a irmã de casa, no bairro de Santa Bárbara, em Pirenópolis. Conforme a corporação, ao chegar no endereço para averiguar a situação, os policiais foram recebidos a tiros. O rapaz ainda foi levado para atendimento médico, mas morreu logo depois de chegar à unidade hospitalar.

Joveci era investigado por dois homicídios na região e era apontado como integrante de uma quadrilha de traficantes, além de ser dependente químico.  Ele possuía passagens por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e furto.

No local da ocorrência, segundo a Polícia Militar (PM), foram encontrados três quilos de maconha, uma balança de precisão e uma pistola calibre 380. O material foi entregue na Central de Flagrantes de Anápolis para os procedimentos de praxe.

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Menino morre após receber quatro anestesias para enfaixar braço quebrado, no Amazonas

A família do menino alega que flagrou a equipe médica procurando explicação sobre procedimentos na internet

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Um menino de 6 anos morreu no Estado do Amazonas após tomar anestesias para imobilizar o braço quebrado. A família de Saimon Gabriel Freitas Neri acusa o hospital onde a criança estava internada de erro médico. Segundo a mãe do garoto, Sandy Freitas Pantoja, o menino passou mal depois de recebido três doses de anestesia local e uma de anestesia geral.

O caso ocorreu no município de Manicoré, que fica à 332 km de Manaus. Saimon morreu no último sábado (20), mas somente hoje o caso ganhou repercussão. A família denunciou a equipe médica do Hospital Regional Doutor Hamilton Cidade por imperícia.

“Meu filho e meu marido sofreram um acidente de moto. Ele ficou com o bracinho quebrado esperando quatro dias para ser atendido. Depois, aplicaram três anestesias sem nem perguntar se ele estava com a barriguinha cheia. Como é que pode uma coisa dessa?”, questionou Sandy.

A mãe de Saimon explicou que o médico responsável pelo atendimento decidiu aplicar mais uma dose. “Ele ainda ficou inquieto. Aí, resolveram aplicar uma geral. Na sala de recuperação, eu vi os pés dele ficando brancos. Botei a mão no coraçãozinho dele e estava muito fraco. E parou. Chamei pelo médico e ele já levou meu filho para intubar”, continuou.

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A família alega que a equipe médica não sabia o que estava fazendo e que, inclusive, flagrou os profissionais procurando explicação sobre procedimentos na internet.

“Quando a gente entrou para falar com eles, antes de ajeitarem o bracinho dele, os enfermeiros e os médicos estavam assistindo YouTube para aprender com aplicar anestesias”, disparou.

No atestado de óbito do menino, o hospital associa a causa da morte a três fatores: parada cardíaca não especificada; efeitos adversos a anestésicos não especificados; e pneumonia devido a alimento ou vômito.

A Secretaria de Saúde do Amazonas em nota, declarou que tomou ciência do fato hoje e garantiu que um inquérito foi instaurado para avaliar a conduta do médico.

A família do menino também denunciou a morte à Polícia Civil. O órgão contou que o casal procurou a delegacia da cidade. Hoje, acrescentou a pasta, o pai e a mãe de Saimon depuseram na unidade de polícia. Ainda segundo a PC, uma investigação já foi iniciada.

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