O empresário goiano Joesley Batista, controlador do Grupo J&F e dono da JBS, atuou como mediador informal entre o governo dos Estados Unidos e o regime de Nicolás Maduro na Venezuela, conforme reportagem do Washington Post. A revelação destaca o papel inesperado de um magnata brasileiro em negociações diplomáticas de alto risco, meses antes da intervenção militar americana que culminou na captura do ditador venezuelano e sua esposa, Cilia Flores.
No final de novembro de 2025, Batista viajou a Caracas com uma proposta elaborada pelo enviado especial de Donald Trump, Richard Grenell, para convencer Maduro a renunciar ao poder e aceitar exílio na Turquia. A oferta incluía concessões estratégicas aos EUA, como acesso a minerais críticos, petróleo venezuelano e rompimento das relações com Cuba, mas foi rejeitada pelo casal presidencial. Essa recusa esgotou as vias diplomáticas, abrindo caminho para a ação militar em janeiro de 2026.
Embora não tenha atuado oficialmente pela Casa Branca, os interesses comerciais de Batista nos EUA e na Venezuela o posicionaram como interlocutor confiável, similar a papéis anteriores em negociações tarifárias durante o primeiro mandato de Trump. Paralelamente, o cardeal Pietro Parolin tentou asilo na Rússia com aval de Vladimir Putin, sem sucesso. A notícia repercutiu forte na imprensa goiana, exaltando a influência regional do empresário de Goiás.
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