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Foragido há 14 anos é preso no Paraguai por homicídio em Rio Verde

Vargas Quintiliano da Costa, de 52 anos, cumpria pena de 24 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado por homicídio, com mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Rio Verde.
Foragido há 14 anos é preso no Paraguai por homicídio em Rio Verde. Foto: Reprodução

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Um homem condenado a mais de 24 anos de prisão por homicídio em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, foi localizado e preso nesta quinta-feira (13) em Tavapy, no departamento de Alto Paraná, no Paraguai, após permanecer foragido da Justiça brasileira por cerca de 14 anos.

Vargas Quintiliano da Costa, de 52 anos, cumpria pena de 24 anos e 10 meses de reclusão em regime fechado por homicídio, com mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Rio Verde. Ele estava foragido desde dezembro de 2012, quando fugiu da Casa de Prisão Provisória de Rio Verde juntamente com outros quatro detentos.

Além da condenação definitiva por homicídio, Vargas também foi investigado pelo assassinato do instrutor de autoescola Eduardo Henrique Cruvinel Cabral, ocorrido em Rio Verde em 2011.

A captura foi resultado de ação integrada entre a Polícia Civil de Goiás, por meio da 8ª Delegacia Regional de Polícia de Rio Verde, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Goiás (FICCO/GO), o Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal (CCPI/PF), a Polícia Nacional do Paraguai e a Adidância da Polícia Federal em Assunção.

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Durante as investigações, policiais civis de Rio Verde identificaram indícios de que o condenado estaria escondido no Paraguai. As informações foram compartilhadas com as forças de segurança envolvidas, permitindo confirmar sua localização e viabilizar a captura pela Polícia Nacional do Paraguai.

No momento da prisão, por volta das 6h30, em uma residência no sul de Tavapy, Vargas tentou enganar os investigadores apresentando documento paraguaio em nome de “Daniel Freitas de Siqueira”. A consulta ao Comando Tripartite, no entanto, confirmou sua verdadeira identidade e a existência do mandado de prisão em aberto no Brasil.

Após a prisão no Paraguai, policiais civis de Rio Verde deslocaram-se até a região de fronteira, em Foz do Iguaçu (PR), para auxiliar nos procedimentos de transferência. Vargas foi posteriormente conduzido a Rio Verde e encaminhado à Casa de Prisão Provisória, onde dará início ao cumprimento da pena de 24 anos e 10 meses de reclusão.

A ação reforça a cooperação entre as polícias brasileira e paraguaia no combate à impunidade de foragidos da Justiça, especialmente em crimes graves como homicídios.

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