O governo Jair Bolsonaro já gastou R$ 15,6 milhões gastos com leite condensado, o equivalente a cerca de 7,8 mil cilindros de oxigênio de 50 litros (padrão industrial), avaliados entre R$ 1,8 mil e R$ 2 mil a unidade, de acordo com informações publicadas pelo portal Uol.
O escândalo da alimentação motivou partidos como o PDT e o PSOL a pleitearem no Poder Judiciário pedindo investigação contra Bolsonaro.
Para a compra de bombons, o governo pagou R$ 8,8 milhões a uma empresa com uma sede no mínimo suspeita, uma casa na cidade de Campo Largo, Paraná.
Enquanto se gastam cifras milionárias com alimentação, documentos apontaram que o Ministério da Saúde, comandado atualmente pelo general Eduardo Pazuello, sabia do cenário crítico sobre o sistema de saúde em Manaus, oito meses antes de ser constatada a falta de oxigênio em hospitais da capital amazonense.
Além das novas informações da agência, a Advocacia-Geral da União (AGU) havia informado ao Superior Tribunal Federal (STF) que o governo federal sabia do iminente colapso do sistema de saúde no Amazonas 10 dias antes da crise.
Em outra manifestação, o procurador da República Igor Spindo disse que a causa principal para que o oxigênio faltasse para pacientes de Covid-19 em Manaus na última semana foi a interrupção do transporte deste insumo pela Força Aérea Brasileira (FAB), ainda não se sabe por ordem de quem.
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