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meio ambiente

Gato mourisco de três patas ganha novo lar e ‘namorada’ em instituto de Corumbá de Goiás

Conhecido como jaguarundi, o gato mourisco é parente da onça-pintada e da onça-parda. Seu corpo alongado, olhar marcante e movimentos ágeis facilitam a identificação, mas o felino é de difícil observação na natureza.
Gato mourisco de três patas ganha novo lar e 'namorada' em instituto de Corumbá de Goiás. Foto: Reprodução/TV Anhanguera

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Um gato mourisco com três patas, batizado de Lago, é o novo morador do Instituto Nex, em Corumbá de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. O espaço é dedicado à proteção e resgate de felinos ameaçados de extinção. Resgatado recentemente, o animal já se adaptou ao novo lar, apesar da amputação de uma pata.

Conhecido como jaguarundi, o gato mourisco é parente da onça-pintada e da onça-parda. Seu corpo alongado, olhar marcante e movimentos ágeis facilitam a identificação, mas o felino é de difícil observação na natureza.

De acordo com Daniela Gianni, coordenadora de projetos do Instituto Nex, a espécie não é a mais ameaçada, mas consta em listas de conservação como vulnerável. “O jaguarundi não está completamente ameaçado, mas falta pouco para se tornar um animal com grande risco de extinção”, explicou ela à TV Anhanguera.

Lago foi resgatado às margens de uma rodovia no interior de São Paulo, com suspeita de ter sido atingido por uma colheitadeira de cana-de-açúcar. Uma pata necrosada exigiu amputação para salvar sua vida. “Casos como o dele têm relação direta com a redução das áreas naturais. Esses animais perdem o habitat, invadem áreas rurais ou cidades e viram vítimas de perseguição ou acidentes”, afirmou Daniela.

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Antes de chegar a Goiás, o gato passou por Minas Gerais. No Instituto Nex, ganhou um recinto especial para pequenos felinos, com rampa, vegetação, lago e passarelas, simulando o ambiente natural. Mesmo com três patas, Lago se mantém ativo.

Na natureza, jaguarundis vivem de 10 a 15 anos. Incapaz de retornar à vida selvagem, ele terá outro papel no instituto. “Ele não tem condições de voltar para a natureza, infelizmente. Mas estou em busca de uma namorada. Não é porque tem três patinhas que não pode namorar e ser feliz”, brincou a coordenadora, com a ideia de encontrar uma fêmea compatível para companhia no cativeiro.

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