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Goianésia: Suspeito de tráfico de drogas monitorado por tornozeleira eletrônica é preso novamente

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Michael Douglas dos Santos, de 22 anos, foi preso na sexta-feira (12), suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas no Bairro Santa Tereza, região leste de Goianésia. O suspeito já foi preso anteriormente pela Polícia Militar (PM), em novembro de 2017 com 180 gramas de crack, 397 gramas de maconha, uma pistola .45 e mais de R$ 2.000,00 em espécie. Entretanto, na véspera de Natal conseguiu liberdade provisória e estava sendo monitorado por uma tornozeleira eletrônica.

Conforme investigações da Polícia Civil (PC), responsável por prendê-lo novamente, desde que ganhou o benefício, Michael vinha sendo alvo de muitas denúncias informando o seu envolvimento com comércio ilícito de substâncias entorpecentes no mesmo local que foi preso anteriormente. Desta forma, na tarde do dia 12, uma equipe de policiais civis lotados na 15ª DRP – Delegacia Regional de Polícia – de Goianésia (DP, DEAM e GENARC) surpreendeu o suspeito possivelmente negociando porções de crack e maconha na porta de sua residência localizada na Rua 12.

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Após ser autuado mais uma vez pelo crime de tráfico de drogas, Michael Douglas foi conduzido para a Unidade Prisional de Goianésia onde aguardará sentença de mais um processo criminal.

“A Michael foi concedido o benefício de aguardar julgamento de sentença em prisão domiciliar sendo monitorado por tornozeleira eletrônica, dispositivo regulamentado em 2010, este sistema de monitoramento de presos vias satélites, oferecem inúmeras vantagens. A partir do momento em que se tem em vista garantir a segurança da sociedade, a efetiva aplicação da lei penal e redução da densidade demográfica carcerária, sem ferir alguns direitos constitucionais individuais do cidadão. Um procedimento que não violaria, pelo menos de forma tão ampla o princípio da liberdade e presunção da inocência, porém, aqui a maioria dos suspeitos de tráfico de drogas beneficiados com esse sistema, não entendem desta forma, muito pelo contrário, se sentem impunes, reincidem com maior intensidade, tornam mais espertos e o pior de tudo é que eles recrutam e/ou aliciam outras pessoas a praticarem os menos crimes, infelizmente”, disse,  um dos policiais civis lotado no GENARC, que participou desta prisão.

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