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HEF realiza primeira captação múltipla de órgãos para transplante do ano

Estudo prevê que casos de câncer de fígado crescerão 75% até 2050. Foto: Braz

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O Hospital Estadual de Formosa (HEF), unidade do Governo de Goiás, realizou, na última terça-feira (08/07), a sua primeira captação múltipla de órgãos de 2025. O procedimento possibilitou a doação de fígado, córneas e rins, graças ao gesto de generosidade da família de uma paciente de 45 anos, que aceitou a captação após a confirmação de morte encefálica determinada por protocolos seguidos por lei.

Os órgãos foram encaminhados para as respectivas centrais de transplante: fígado para a Central Estadual de Transplantes do Distrito Federal (CET-DF); e rins e córneas para a Central Estadual de Transplantes de Goiás (CET-GO). Com esta, o HEF totaliza sete captações de órgãos realizadas nos últimos anos.

O feito destaca o empenho de uma equipe qualificada e dedicada, que conduz cada etapa com ética, sensibilidade e profundo respeito aos doadores e seus familiares.

Processo de captação múltipla de órgãos

Após a realização de todas as etapas do diagnóstico e a confirmação da morte encefálica, a equipe da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante – CIHDOTT realiza a atualização do quadro à família, momento esse que é informado o direito de doação.

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Diante da dor da perda, as famílias são acolhidas por uma equipe multidisciplinar do hospital, composta por profissionais médicos, assistentes sociais, fisioterapeutas, psicólogos, equipe de enfermagem e de outros setores essenciais. Esse apoio é fundamental para que o processo de doação se concretize de forma respeitosa e transparente.

Para a diretora técnica do HEF, Séfora Almeida, o papel da CIHDOTT no processo de captação de órgãos é essencial, refletindo o compromisso com a vida e o cuidado humanizado.

“A doação de órgãos é um gesto de generosidade que salva vidas e inspira esperança. No HEF, temos uma equipe preparada e comprometida em garantir que todo o processo ocorra com responsabilidade, acolhimento e respeito”, enfatiza Séfora Almeida.

Um ato que transforma vidas

A doação de órgãos salva vidas ao possibilitar que pacientes em condições críticas recebam transplantes e recuperem sua qualidade de vida.

Para que o gesto se torne realidade, é fundamental que as pessoas expressem seu desejo de serem doadores aos seus familiares, ainda em vida, pois a autorização da família é indispensável para que a doação seja efetivada.

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Fonte: Governo de Goiás

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