política

“Igrejas têm nos ajudado na condução dos jovens para as coisas certas”, afirma Caiado em evento evangélico

Governador destacou estímulo às políticas públicas voltadas para a juventude e investimentos em Educação, durante o encerramento da 21ª edição da conferência Radicais Livres neste sábado.

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O estímulo às políticas públicas voltadas para a juventude, bem como a importância de sua participação na construção de um futuro melhor para o Estado, deu a tônica na participação do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), candidato à reeleição, no encerramento da 21ª edição do Radicais Livres, conferência promovida pela Igreja Videira, neste sábado (10/9), no Goiânia Arena. Conforme estimativas da organização, 14 mil pessoas participaram.

“Faço um agradecimento pelo trabalho prestado a todos os jovens de Goiás. Este é um evento que tem 20 anos de história, só foi interrompido durante a pandemia”, comentou o governador, destacando a importância do legado. “Isso só mostra o quanto a Igreja tem nos ajudado, e digo isso como governante, na condução dos jovens para as coisas certas, para o Evangelho, para sua própria profissão. Para vencer na vida e não ser sequestrado pela droga, não ir para um mau caminho”, avaliou.

Enumerando uma série de avanços na rede estadual de ensino, Caiado destacou a Educação como pilar principal da gestão, a fim de bem direcionar as novas gerações. “Estamos dando uma outra roupagem para a Educação em Goiás. O jovem se sente respeitado”, afirmou. Desde 2019, já foram investidos R$ 4 bilhões em recursos, distribuídos em programas voltados para a valorização de alunos e professores.

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No entendimento do pastor Aluízio Silva, líder da Igreja Videira, a presença de Caiado na conferência Radicais Livres solidifica, em meio aos jovens fiéis, valores defendidos pelo governador e pela igreja. “Quando ele vem, nos dá o respaldo, o endosso, para aquilo que nós cremos”, observou.

O pastor Aluízio também agradeceu o apoio do governador na construção do Abrigo Eunice Weaver, no Residencial Morumbi, em Goiânia. Inaugurada em junho passado, a creche faz parte das obras sociais da Igreja, por meio do Instituto Videira, e tem o suporte do Governo de Goiás para manutenção de ações na área social. “No mês que vem começamos os trabalhos com 200 crianças”, destacou o religioso.

Edição 2022

Com o tema ‘O Ciclo da Aceleração’, o evento trouxe na programação ministrações dos pastores Aluízio Silva, Naor Pedroza, Márcia Silva e Marília Pedroza. Os cantores Gabriel Guedes, Israel Salazar, Mover Worship e Felipe Soares entoaram os louvores.

Também estiveram presentes o deputado federal Glaustin da Fokus (PSC) e a deputado estadual Cairo Salim (PSD), candidatos à reeleição; o empresário Walterdan Fernandes Madalena, proprietário do Arroz Cristal; o ex-vereador e ex-secretário municipal em Goiânia Agenor Mariano, além de outras lideranças da Igreja Videira e organizadores.

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POLÍTICA

Aumenta o uso de nome social entre eleitores trans no Brasil

A quantidade de pessoas trans que solicitaram a inclusão dessa identificação no título pulou de 9.900 para 37,6 mil em apenas dois anos.

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Um levantamento da Folha de São Paulo, baseado em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revelou que o uso do nome social por eleitores transexuais e travestis disparou neste ano no Brasil.

Conforme a pesquisa, a quantidade de pessoas trans que solicitaram a inclusão dessa identificação no título pulou de 9.900 para 37,6 mil em apenas dois anos, aumento de 277% na comparação com o último pleito municipal.

A lista de localidades com eleitores registrados também aumentou. Ao menos um brasileiro está apto a votar com o nome social em 3.245 cidades de todos os estados. Há dois anos, eram 1.973 municípios.

Através de resolução do TSE, o direito foi conquistado em 2018. Pessoas não identificadas com o sexo biológico podem incluir no título de eleitor o nome com o qual são reconhecidas socialmente e serem assim tratadas nos locais de votação.

Esse grupo, que em sua maioria se identifica com o gênero feminino e tem menos de 30 anos de idade, corresponde a 0,02% do eleitorado, ou 1 a cada 4.156 pessoas habilitadas para o pleito deste ano.

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Em decorrência das limitações nos dados das inscrições entregues ao TSE, é difícil, no entanto, traçar um perfil dessas candidaturas. Em 2022, 35 postulantes informaram um nome social, ante 29 nas últimas eleições nacionais, em 2018. Isso não significa, no entanto, que todos eles sejam transexuais nem que todos os candidatos trans aparecem nesses registros.

As candidaturas

Uma pesquisa realizada pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) identificou 65 pessoas trans disputando o pleito deste ano, sem contar aquelas que integram candidaturas coletivas, mas não como titulares. Esse número representa 0,2% do total de registros, ou um a cada 435 postulantes inscritos.

O levantamento indica que há a possibilidade de que alguns candidatos ainda desconhecem o direito válido desde 2018, porque não preencheram o campo reservado ao nome social, enquanto se registraram com nome civil e nome de urna associados a gêneros diferentes.

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