Na manhã do dia 31, dando prosseguimento nas ações conjuntas do Ministério Público e da Vigilância Sanitária contra o comércio de carne clandestina, o órgão de saúde recolheu mais de 60 quilos de carne.
A comerciante já havia participando de reunião com todos os empresários de açougues com os promotores de justiça, Drs. Everaldo Sebastião e Giuliano Lima, onde foram informados sobre os procedimentos caso fossem flagrados vendendo carne sem nota.
Na inspeção sanitária, a empresária disse que estava vendendo carne de um abate realizado em uma de suas propriedades, mesmo sendo cliente dos frigoríficos. Assim, a mesma foi conduzida até à Delegacia de Polícia Civil onde ficou detida e à disposição do Poder Judiciário.
Caso a comerciante seja condenada, ela pode pagar multa no valor de até R$ 50 mil, além de responder processo por crime contra o consumidor. O produto recolhido foi descartado no lixão da cidade por não ter documento de origem, portanto, não podendo ser doada.






































