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Plantão Policial

Pai é preso em Edéia suspeito de torturar filha de 12 anos

Suspeita de repetidas agressões levou à prisão preventiva decretada pela Justiça; investigação apura possível ocorrência de outros crimes contra a criança
Pai é preso em Edéia suspeito de torturar filha de 12 anos. Foto: Divulgação

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Uma operação da Polícia Civil prendeu preventivamente na terça‑feira (29) um homem em Edéia, cidade no sul de Goiás, sob suspeita de tortura contra a própria filha, de 12 anos. A medida foi tomada após a autoridade policial reunir elementos considerados suficientes para avançar nas investigações e preservar a integridade da vítima.

Segundo a Polícia Civil, as apurações indicam que a adolescente teria sido submetida a agressões físicas e maus‑tratos em episódios repetidos ao longo de um período. Com base nas provas reunidas no inquérito, o Poder Judiciário autorizou a prisão preventiva do investigado, com o objetivo de resguardar a vítima e evitar riscos à colheita de novas provas.

O procedimento segue os termos da Lei nº 9.455/1997, que tipifica os crimes de tortura. A investigação está em andamento para esclarecer a dinâmica dos fatos, a extensão das lesões e verificar se houve participação de terceiros ou a ocorrência de outros crimes no ambiente familiar.

Por se tratar de caso envolvendo criança, a identidade da vítima e do investigado está sob sigilo, em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A Polícia Civil informou que as equipes da delegacia local deram encaminhamento às providências de assistência à adolescente, incluindo contato com órgãos de proteção e, quando necessário, atendimento médico e psicológico.

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As autoridades reforçaram o apelo para que a população denuncie suspeitas de violência contra crianças e adolescentes. As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100, além de serem registradas diretamente em delegacias de polícia e Conselhos Tutelares.

A polícia não divulgou detalhes sobre o teor das provas para não prejudicar as investigações. Novas informações sobre o caso poderão ser divulgadas à medida que o inquérito avance e forem cumpridos os procedimentos legais.

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