Vale do São Patrício

Jaraguá: Economia x Pandemia

O impacto negativo na economia local

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Os danos causados pela pandemia do coronavírus vão além das perdas humanas, considerada a mais grave e irreparável entre todos os impactos negativos. A pandemia causa um impacto negativo na economia de Jaraguá, no Vale do São Patrício.

Na economia, é possível perceber que, quanto mais a cidade é citada como um dos focos dos efeitos da Covid-19, mais afasta investidores que poderiam manter maior aproximação com empresários, clientes ou fornecedores.

Polo industrial

Como um polo industrial importante em Goiás, como são os casos das confecções, Jaraguá passou a ser vista como uma rota que deve ser evitada, o que afeta também todos os setores da economia, inclusive o comércio varejista.

Enquanto a vacinação da Covid-19 não chega para todos e continue crescendo o número de casos de infecção e de mortes, todos terão que conviver com a situação econômica como um efeito dominó.

A administração municipal vem promovendo ações para conter o avanço rápido da doença, inclusive na edição de decretos cada vez mais restritivos para o comercio local, além de promoção em educação da população.

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Óbitos pela Covid-19

A cidade de Jaraguá registra mais de 65 mortos vítimas da pandemia da Covid-19, que já tem poucos leitos de UTI para receber novos pacientes em estado mais avançado da doença.

Este e um cenário complexo de ser administrado. Afinal, enquanto gestores trabalham para isolar a transmissão, empresários lutam para promover suas vendas e suas empresas.

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ECONOMIA

Transporte rodoviário tem novo piso mínimo de frete

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O transporte rodoviário de carga tem novo piso mínimo de frete. A tabela com os valores específicos foi publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no Diário Oficial da União de hoje (3).

Conforme diz a nota técnica que antecedeu a portaria, a Lei nº 13.703/2018 determina que, quando ocorrer no mercado nacional oscilação no preço do óleo diesel superior a 10% (para mais ou para menos), uma nova norma com pisos mínimos deverá ser publicada pela agência do setor.

Essa equação considera alguns coeficientes relativos aos custos de deslocamento, de carga e de descarga. Tais custos contemplam tanto custos operacionais como mercadológicos. Entre os elementos considerados estão os de aquisição do veículo, preço do óleo diesel, pneus e salário dos motoristas. O atual reajuste não inclui o IPCA, segundo a ANTT.

A tabela apresenta os novos pisos mínimos para os mais diversos tipos de frete – diferenciados por tipo de carga, coeficiente de custo e número de eixos carregados. O cálculo apresentado na nota técnica leva em consideração o resultado de um levantamento de preços feito pela Agência Nacional do Petróleo, tendo como período observado o relativo a 22 e 27 de fevereiro, quando o valor médio do diesel S10 aumentou de R$ 3,663 para R$ 4,25.

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Em termos percentuais, esse aumento equivale a 16,03%. Percentual acima dos 10% usados como espécie de gatilho para a revisão da tabela, pela agência.

Edição: Maria Claudia

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