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Jaraguá: Inconformado homem joga pedra e faz ameaças para a ex-namorada

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A Polícia Militar (PM) de Jaraguá foi acionada por uma menor de idade que informou que havia registrado uma ocorrência na Delegacia de Polícia Civil na quarta-feira (13) em desfavor de seu ex-namorado. No entanto, na manhã desta quinta-feira (14), o rapaz enviou um áudio através de um aplicativo de mensagens, ameaçando-a de morte, dizendo que até poderia ser preso pelas denúncias registradas, no entanto, iria dar motivos, pois iria matar a ela e a sua mãe.

Em ato contínuo, o rapaz continuou enviando mensagens para a vítima, insistindo em vê-la, mas a jovem bloqueou seu contato. Por volta de 21h00, a vítima ficou sabendo pela sua tia que alguém teria jogado uma pedra no portão da casa de sua avó no Setor Ana Edith. Passados alguns minutos, alguém também jogou uma pedra no portão da casa da mãe da vítima, quando saíram na porta, souberam pelo seu vizinho que quem jogou a pedra foi o ex-namorado.

Em decorrência dos fatos a mãe da vítima, ligou no 190 da PM e requereu a presença dos militares, relatando a sua versão dos fatos. Desta forma, os policiais saíram em patrulhamento e conseguiram localizar o rapaz que estava em uma motocicleta Yamaha/Factor/YBR/125k, com um amigo, onde após busca pessoal e identificação, foi constatado que a moto não possuía numeração no chassi e por esse motivo foi feita a apreensão, com condução ao pátio da 3ª CIPM.

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Em decorrência do crime de ameaça, foi dada voz de prisão e após ser submetido ao exame de corpo de delito, o homem foi conduzido para a Delegacia da Polícia Civil, também foi apreendido o telefone celular que poderá ser verificado para confirmar ou não, as ameaças. A vítima e sua mãe foram levadas para a Polícia Civil para serem ouvidas no flagrante.

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Menino morre após receber quatro anestesias para enfaixar braço quebrado, no Amazonas

A família do menino alega que flagrou a equipe médica procurando explicação sobre procedimentos na internet

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Um menino de 6 anos morreu no Estado do Amazonas após tomar anestesias para imobilizar o braço quebrado. A família de Saimon Gabriel Freitas Neri acusa o hospital onde a criança estava internada de erro médico. Segundo a mãe do garoto, Sandy Freitas Pantoja, o menino passou mal depois de recebido três doses de anestesia local e uma de anestesia geral.

O caso ocorreu no município de Manicoré, que fica à 332 km de Manaus. Saimon morreu no último sábado (20), mas somente hoje o caso ganhou repercussão. A família denunciou a equipe médica do Hospital Regional Doutor Hamilton Cidade por imperícia.

“Meu filho e meu marido sofreram um acidente de moto. Ele ficou com o bracinho quebrado esperando quatro dias para ser atendido. Depois, aplicaram três anestesias sem nem perguntar se ele estava com a barriguinha cheia. Como é que pode uma coisa dessa?”, questionou Sandy.

A mãe de Saimon explicou que o médico responsável pelo atendimento decidiu aplicar mais uma dose. “Ele ainda ficou inquieto. Aí, resolveram aplicar uma geral. Na sala de recuperação, eu vi os pés dele ficando brancos. Botei a mão no coraçãozinho dele e estava muito fraco. E parou. Chamei pelo médico e ele já levou meu filho para intubar”, continuou.

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A família alega que a equipe médica não sabia o que estava fazendo e que, inclusive, flagrou os profissionais procurando explicação sobre procedimentos na internet.

“Quando a gente entrou para falar com eles, antes de ajeitarem o bracinho dele, os enfermeiros e os médicos estavam assistindo YouTube para aprender com aplicar anestesias”, disparou.

No atestado de óbito do menino, o hospital associa a causa da morte a três fatores: parada cardíaca não especificada; efeitos adversos a anestésicos não especificados; e pneumonia devido a alimento ou vômito.

A Secretaria de Saúde do Amazonas em nota, declarou que tomou ciência do fato hoje e garantiu que um inquérito foi instaurado para avaliar a conduta do médico.

A família do menino também denunciou a morte à Polícia Civil. O órgão contou que o casal procurou a delegacia da cidade. Hoje, acrescentou a pasta, o pai e a mãe de Saimon depuseram na unidade de polícia. Ainda segundo a PC, uma investigação já foi iniciada.

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