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Marcha da maconha: muitas confirmações pouca presença

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Apesar das 1.500 confirmações pelo Face Book, a Polícia Militar estimou que cerca de 200 pessoas participaram da 5ª Marcha da Maconha de Goiânia. Mesmo com a presença dos PMs, muitos consumiam a droga livremente durante a manifestação.

O evento foi organizado pelo Coletivo Mente Sativa. O grupo que se alega apartidário é formado principalmente por estudantes. Segundo um dos representantes do movimento, o estudante de história Wilton Teles, de 22 anos, além de defender políticas públicas de regulamentação de drogas no Brasil, e a regulamentação do uso recreativo e medicinal da cannabis e de seu cultivo caseiro, este ano o movimento abordou outro tema polêmico. “Além de defendermos a legalização da maconha e, este ano, a não redução da maioridade penal, também promovemos campanhas para o incentivo de doação de sangue e sessões de filmes que debatem sobre o consumo do cannabis”, conta.

Outra organizadora do evento, a estudante de ciências sociais, Abigail Botelho, 20, disse que fica feliz pelo aumento de participantes da marcha, mas que o cenário da política atual de Goiás não ajuda. “Muitas pessoas, inclusive não usuários tem nos dado apoio, pois aprovação tanto do uso medicinal quanto do uso recreativo da maconha deve ser constitucional”, explica. Os manifestantes saíram às 18 horas da Praça Universitária e seguiram até a Praça Cívica, no Centro.

De acordo com o presidente de direito criminal da OAB de Goiás, o advogado Manuel Leonilson, no Brasil, entre 1976 e 2006, a legislação sobre o tema é a mesma, e basicamente definia a mesma pena para usuários e traficantes.

 

O Hoje

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