Os pais da advogada Jordana Fraga morta em outubro de 2018, na cidade de Itaberaí, relataram em entrevista à TV Anhanguera que aguardam até hoje que o autor do crime seja punido e a justiça seja feita. O suspeito é o ex-noivo da jovem, Luís Felipe Silva Lima, que foi indiciado pela Polícia Civil por homicídio qualificado por motivo fútil, feminicídio e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
O corpo de Jordana, na época com 22 anos de idade, foi encontrado pela mãe em um terreno baldio ao lado da casa da família. Inicialmente, o caso chegou a ser considerado suicídio, entretanto, depois da investigação, foi apontado que o rapaz matou a jovem tentou enganar a polícia. Luís Felipe está respondendo por fraude processual, por tentar simular um suicídio; receptação dolosa, por ter usado uma arma roubada para o cometimento do crime; e porte ilegal de arma de fogo. O caso está em segredo de Justiça.
A mãe de Jordana, Lélia Fraga Martins David, falou sobre a dor de perder a filha. “Tem mais de dois anos e meio que isso aconteceu. E uma mãe, quando perde um filho, ela não vive, ela sobrevive. Eu estou sobrevivendo a essa dor, a essa angústia, todos os dias da minha vida”.
O pai de Jordana, Roberto Campos David diz que aguarda o julgamento do caso. “Foi confirmado que minha filha foi assassinada, coisa que sabíamos desde o primeiro dia. Após a elucidação desse caso, o que quero, o que minha filha quer, o que minha esposa quer, toda sociedade, é que o culpado ou os culpados paguem pelo que fizeram. Eles acabaram com nossas vidas. Nunca mais seremos as mesmas pessoas”.
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